Cibersegurança e Segurança da Informação: qual é a diferença?

Descubra tudo sobre Cibersegurança e Segurança da Informação, e quais as melhores ferramentas para sua empresa!

Cibersegurança e Segurança da Informação: qual é a diferença?

Você costuma acompanhar as tendências do mundo digital? Então provavelmente já ouviu falar em Cibersegurança e Segurança da Informação.

Afinal, quando o assunto é tecnologia, esses termos são tópicos muito abordados entre empresas que querem se proteger de ameaças que comprometam dados, sistemas, dispositivos, etc.

Mas você sabia que os dois conceitos, apesar de parecidos, não são sinônimos? E saber o que diferencia um do outro é fundamental para a implementação de estratégias eficientes de segurança para o seu negócio.

Por isso, neste artigo, falaremos mais sobre a diferença entre Cibersegurança e Segurança da Informação. Continue a leitura!

Cibersegurança e Segurança da Informação: entenda melhor os conceitos

Compreender, exatamente, o que significa cibersegurança e segurança da informação é um dos segredos para garantir que sua organização terá uma boa defesa contra as ameaças cibernéticas.

O que é Cibersegurança?

Cibersegurança é a prática de proteção de sistemas, redes, programas e outros recursos contra ameaças cibernéticas. 

Em resumo, ela atua na proteção em ambientes digitais, abrangendo uma série de métodos e tecnologias voltadas a esse propósito.

E levando em consideração que o número de ciberataques cresce a cada ano, afetando inúmeras organizações ao redor do mundo, a cibersegurança tem papel crucial para impedir a ação de criminosos virtuais.

De acordo com a Cybersecurity Ventures, a previsão é que os custos globais gerados por cibercrimes cheguem a US$ 8 trilhões esse ano e a US$ 10,5 trilhões em 2025.

Por isso, aplicar essa prática de segurança serve para antecipar e responder efetivamente a ameaças — como malwares e vírus — o que é questão de sobrevivência para qualquer empresa.

E o que é Segurança da informação?

Segurança da Informação (InfoSec) se refere à proteção de dados confidenciais — tanto no ambiente físico como no digital — e inclui a aplicação de estratégias de prevenção contra roubos, vazamentos, alterações e perdas de dados corporativos.

Por exemplo, se uma empresa armazena os dados dos clientes, é extremamente importante mantê-los longe de riscos.

Sendo assim, boas práticas de segurança da informação garantem que somente pessoas autorizadas tenham acesso aos dados, por meio de políticas e métodos rigorosos de controle de acesso e distribuição. 

Dessa forma, é possível diminuir a incidência de ameaças que prejudiquem ou até impossibilitem a continuidade do negócio.

A importância da Cibersegurança e da Segurança da Informação no cenário digital atual

Para entender a real importância desses dois itens, pense em quantos dados um consumidor fornece às empresas em uma simples compra online.

Sim, são informações sensíveis, que devem ser protegidas, não é mesmo?

Por isso, as empresas precisam de sistemas que façam o resguardo das informações, sejam elas internas ou de clientes, para estarem disponíveis apenas para aqueles que possuem autorização para tal.

Nesse contexto, a Cibersegurança e a Segurança da Informação funcionam como um escudo protetor, que visa prevenir e neutralizar ataques virtuais que podem comprometer a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados, como ransomware, phishing e outras ameaças digitais.

Compreendendo as diferenças entre Cibersegurança e Segurança da Informação

Apesar de semelhantes, os conceitos de Cibersegurança e Segurança da Informação possuem algumas diferenças. E entender as diferenças entre eles é indispensável para realmente proteger os ativos da empresa.

Segundo definição dada pela Forbes, a Cibersegurança é um “subconjunto” da Segurança da Informação, ou seja, enquanto a primeira é mais específica, a segunda é mais abrangente.

A Cibersegurança concentra-se, exclusivamente, em proteger ativos digitais, como redes, sistemas e dados, contra ameaças cibernéticas. Envolve estratégias específicas para prevenir, detectar e responder a ataques, como ransomware. 

Por outro lado, a Segurança da Informação é mais ampla, englobando medidas para proteger informações em todos os formatos, não se limitando ao ambiente digital. 

Essa distinção ajuda a ter mais clareza sobre a necessidade de uma abordagem integrada para fortalecer a postura de segurança de uma organização, indo além de mecanismos e ferramentas básicas.

As maiores ameaças no cenário cibernético

Os avanços tecnológicos têm proporcionado inúmeras vantagens às organizações, mas também abriram portas para ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas.

Veja quatro delas:

  1. Malwares: vírus, trojans, cavalo de troia, ransomware e outros se infiltram nos sistemas para causar danos. O ransomware, por exemplo, criptografa dados, exigindo resgate para sua liberação;
  2. Phishing: é uma tática em que cibercriminosos se passam por entidades confiáveis para induzir usuários a divulgar informações sensíveis. Junto com a engenharia social, esse método explora a confiança, demandando uma conscientização constante para prevenir que colaboradores caiam em armadilhas virtuais;
  3. Ataques de negação de serviço (DDoS): buscam sobrecarregar servidores, tornando os serviços indisponíveis. Comumente utilizados como distração, esses ataques prejudicam a disponibilidade de sistemas;
  4. Exploração de vulnerabilidades em sistemas: é uma prática comum entre cibercriminosos e, por isso, atualizações regulares de software são essenciais para corrigir falhas e fortalecer as defesas contra invasões.

Principais mecanismos de proteção

Bom, agora que você já entendeu os principais conceitos, verá como os mecanismos de proteção atuam para garantir a integridade dos seus dados. 

Conheça os principais mecanismos de defesa:

  • Antivírus e antimalware: são como sentinelas virtuais, identificando e neutralizando ameaças antes que causem danos. Essas ferramentas previnem problemas antes que eles aconteçam, além de realizar um monitoramento contínuo no sistema;
  • Firewalls: atuam como barreiras digitais, monitorando e controlando o tráfego de dados. Quando bem configurados, são capazes de bloquear acessos não autorizados;
  • Atualizações de software: manter sistemas e softwares atualizados é uma forma de evitar a vulnerabilidade e manter as defesas cibernéticas em dia.

Boas práticas de cibersegurança para organizações

A proteção de dados sensíveis e a preservação da integridade operacional das organizações são questões valiosas para qualquer empresa, independente do porte. 

Por isso, veja algumas práticas importantes para garantir a segurança cibernética:

Invista em criptografia e privacidade

A criptografia permite a proteção e confidencialidade dos dados. Investir nessa tecnologia pode garantir que as informações críticas estejam codificadas, tornando-as incompreensíveis para qualquer pessoa não autorizada. 

Essa prática é importantíssima para situações em que há transmissões de dados sensíveis em comunicações via internet e armazenamento em nuvem.

Proteger a privacidade dos dados é uma responsabilidade que vai além da conformidade com leis e regulamentações, pois tem a ver com a própria confiança do consumidor e do mercado em relação à empresa.

Faça uma gestão de senhas eficiente

Senhas bem elaboradas são a primeira linha de defesa contra acessos não autorizados.

É necessário implementar práticas de gerenciamento de acessos que realmente funcionam. Recomenda-se o uso de senhas complexas, combinando letras, números e caracteres especiais. 

Além disso, a adoção de políticas de troca periódica de senhas e o desencorajamento do uso de senhas repetidas fortalecem a segurança.

O uso de gerenciadores é uma estratégia adicional, pois simplifica a administração de múltiplas senhas e as armazena de forma segura.

Intensifique a segurança em redes e Wi-Fi 

Para continuar garantindo a segurança, as organizações precisam verificar e intensificar a proteção em suas redes e Wi-Fi. 

Isso inclui a implementação de firewalls, o monitoramento constante do tráfego de dados e a configuração de protocolos avançados. 

Criando essa barreira, as organizações reduzem significativamente os ataques e mitigam os riscos de invasões.

Fique atento às normas e regulamentações

Estar em conformidade com leis, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e seguir padrões reconhecidos, como o ISO 27001, estabelece um padrão elevado de segurança

A LGPD tornou-se a principal legislação em relação ao tratamento de dados pessoais no Brasil, após alterações no Marco Civil da Internet.

Desse modo, ela prevê uma série de principíos e regras na captação, armazenamento e proteção de dados pessoais.

Essas normas garantem a integridade dos dados, ao mesmo tempo que promovem a confiança entre clientes e parceiros.

Ofereça treinamento e conscientize a equipe 

Não adianta criar um sistema robusto de segurança, sem capacitar a equipe que o utilizará diariamente. 

Por isso, as organizações devem investir em programas de treinamento em segurança cibernética para capacitar os colaboradores para reconhecer e mitigar riscos.

Os treinamentos englobam práticas seguras de navegação, identificação de phishing e orientações sobre o uso adequado de dispositivos corporativos.

Ao adotar e promover essas boas práticas de cibersegurança, as organizações fortalecem suas defesas contra ameaças cibernéticas, criando um ambiente mais seguro e resiliente para suas operações.

Ferramentas e recursos em Cibersegurança para as empresas

A crescente complexidade das ameaças cibernéticas exige que as empresas adotem estratégias robustas de cibersegurança, incorporando ferramentas e recursos que, de fato, protejam suas informações sensíveis. 

Veja as principais ferramentas que contribuem para a segurança digital.

  1. Microsoft Security: inclui vários produtos Microsoft com foco em segurança e proteção contra ameaças cibernéticas, como Microsoft Entra, Microsoft Priva, Microsoft Purview, Microsoft Intune e Microsoft Defender;
  2. Wireshark: é uma ferramenta de código aberto que permite a análise detalhada do tráfego de rede. Utilizado por profissionais de segurança, é capaz de capturar e examinar pacotes de dados em tempo real. Sua interface intuitiva e recursos avançados facilitam a identificação de padrões suspeitos e possíveis tentativas de ataques, contribuindo para uma resposta rápida;
  3. Nmap: usada para a descoberta de dispositivos e serviços em uma rede. Além de auxiliar na identificação de ativos, ele é conhecido pelo seu scanner, que detecta a vulnerabilidades e avalia a segurança da rede;
  4. Metasploit: é um framework de desenvolvimento e execução de exploits, utilizado para testes de invasão e avaliação de segurança. Com uma vasta coleção de exploits, payloads e módulos, o sistema ajuda a identificar e corrigir vulnerabilidades antes que sejam exploradas por cibercriminosos;
  5. Snort: é um sistema de detecção de intrusão (IDS), que monitora o tráfego de rede em busca de padrões suspeitos e alerta sobre atividades maliciosas em tempo real, promovendo uma defesa proativa contra ameaças cibernéticas;
  6. Osquery: um código aberto que simplifica a consulta e o monitoramento de dados do sistema operacional e permite aos profissionais de segurança obterem percepções detalhadas sobre a integridade e segurança dos sistemas;
  7. OpenVAS: é um scanner de vulnerabilidades que verifica sistemas em busca de possíveis falhas de segurança. Com uma extensa base de dados de vulnerabilidades conhecidas, ele fornece relatórios detalhados, permitindo que as organizações priorizem e corrijam as vulnerabilidades identificadas;
  8. ClamAV: é um antivírus de código aberto especializado na detecção de malware em arquivos e e-mails. Ele protege contra diversas ameaças digitais, incluindo vírus, trojans e spyware. Sua natureza de código aberto e boa detecção o tornam uma opção confiável para a organizações que buscam uma boa defesa contra ameaças online.

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Nossas soluções incluem firewalls avançados, antivírus personalizáveis, consultoria em gerenciamento de acesso e serviços de backup e recuperação. Conheça mais serviços acessando o site!

Novas fronteiras da proteção digital: tendências e desafios 

Se você chegou até aqui, viu como as ameaças online atuais envolvem uma variada gama de possíveis ataques, desde malware avançado até campanhas de phishing. 

Nos próximos anos, a inteligência artificial e Internet das Coisas (IoT) vão continuar a evoluir e será ainda mais necessário criar estratégias de segurança que acompanhem esse ritmo, adaptando-se a novas ameaças que surgem com essas tecnologias.

A integração de tecnologias como a computação quântica e a automação de segurança é o que acreditamos ser uma visão do futuro da proteção digital. 

Além disso, a colaboração entre organizações e setores para compartilhar informações sobre ameaças cibernéticas será ainda mais comum. Isso permitirá uma melhor resposta em razão da experiência coletiva para a detecção de ameaças.

Essas tendências irão moldar a próxima geração de estratégias de segurança, onde a prevenção proativa e a detecção inteligente serão essenciais.

Proteja sua organização no mundo digital com a Brinov 

A Cibersegurança e a Segurança da Informação são ativos importantes para a organização, principalmente no cenário de acelerado avanço tecnológico vivido atualmente. 

Prevenir e neutralizar ataques virtuais que podem comprometer a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados só é possível com boas práticas de segurança, aliadas a ferramentas certas para atuar contra as ameaças digitais.

Diante desse desafio, é necessário que a organização seja proativa em relação à Cibersegurança, contratando serviços especializados em proteção de rede e outros ativos cibernéticos.

Como especialistas em tecnologia, o time da Brinov pode ajudar a encontrar as melhores soluções de segurança e privacidade para a sua empresa. 

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