Proteção proativa x reativa : qual estratégia funciona melhor contra fraudes?
A proteção proativa x reativa é um dilema muito comum quando o assunto é evitar golpes e fraudes em bancos e fintechs. Afinal, será que é melhor tomar uma decisão apenas quando o problema aparece? Ou então, é melhor investir em soluções para antecipar o risco e evitar que o problema aconteça? Neste texto, vamos […]
A proteção proativa x reativa é um dilema muito comum quando o assunto é evitar golpes e fraudes em bancos e fintechs.
Afinal, será que é melhor tomar uma decisão apenas quando o problema aparece? Ou então, é melhor investir em soluções para antecipar o risco e evitar que o problema aconteça?
Neste texto, vamos conversar sobre essas duas formas de proteger dados, sistemas e recursos financeiros. Continue a leitura e saiba mais.
O que é proteção proativa?
Antes de fazermos comparações entre a proteção proativa x reativa, é necessário entender como cada uma delas funciona.
A proteção proativa é uma abordagem que visa antecipar riscos e ameaças antes que eles se concretizem e causem qualquer tipo de dano, isto é, prevenindo os ataques.
A abordagem utiliza soluções de Inteligência Artificial para monitorar acessos no sistema, identificar atividades suspeitas (como criminosos virtuais tentando fazer login em uma conta bancária de terceiros) e bloquear ameaças.
Dentre os principais benefícios desse método, podemos citar a detecção antecipada de ameaças, aumento da eficiência dos processos de TI e o alinhamento com as normas de segurança exigidas por órgãos regulatórios.
O que é proteção reativa?
A proteção reativa refere-se à tomada de decisões após a ocorrência de um determinado problema, como um ataque cibernético, por exemplo.
Essa é a principal diferença entre proteção proativa x reativa.
Na proteção reativa, as ações de segurança são executadas somente depois que a fraude ou o incidente já aconteceu. Isso pode incluir a análise e investigação do ataque ou o bloqueio das contas afetadas.
Em alguns casos, pode ser necessário paralisar as operações temporariamente para evitar que o problema cause danos ainda maiores.
Embora a paralisação seja uma medida extrema, que traz prejuízos financeiros, ela é, muitas vezes, inevitável em uma abordagem reativa para minimizar o impacto do problema no longo prazo.
Proteção proativa x reativa: qual a melhor?
A comparação entre proteção proativa x reativa é muito comum entre empresas de diversos setores, principalmente no setor financeiro.
Ambas desempenham papéis importantes e podem ser aplicadas conforme a situação.
A proteção reativa age somente depois que o problema acontece. Ou seja, ela só entra em cena quando uma fraude financeira já causou prejuízo e a empresa precisa investigar o que aconteceu para pensar em uma solução.
Ela costuma ser mais demorada e traz custos elevados, gerando desgaste para quem é afetado, seja a instituição ou o cliente.
Já a proteção proativa identifica ameaças em tempo real e bloqueia tentativas suspeitas antes que algo aconteça.
Isso significa menos prejuízos financeiros e uma experiência mais tranquila para os dois lados envolvidos.
Além disso, a proteção proativa ajuda a reduzir custos a longo prazo. Prevenir fraudes evita gastos com investigações complexas, processos judiciais e indenizações. Também diminui o risco de perdas operacionais, como a necessidade de paralisar as operações.
Podemos dizer que, nesse cenário, o conjunto entre proteção proativa x reativa funciona muito bem, pois as duas abordagens se complementam e aumentam a segurança das informações.
Porém, é a abordagem preventiva que garante maior eficiência operacional para lidar com os desafios atuais da segurança digital.
Proteção proativa x reativa: os riscos de investir apenas em uma cultura reativa de segurança cibernética
Os criminosos digitais estão sempre em busca de estratégias para tentar invadir sistemas e roubar informações confidenciais, que só deveriam ser acessadas por clientes ou profissionais autorizados.
Eles exploram vulnerabilidades em frações de segundos, muitas vezes antes mesmo que as empresas consigam identificar que há um problema.
Se as estratégias de segurança são, em sua maioria, reativas, a empresa está sempre correndo atrás do prejuízo, sem conseguir evitar a ocorrência de fraudes.
No caso da proteção proativa x reativa, um dos maiores desafios da segunda opção é o tempo entre a detecção de um problema e a resposta a ele.
Por exemplo, imagine que um tipo de ransomware (malware que sequestra dados e depois pede um resgate para liberá-los) se infiltra na rede da instituição financeira.
Quando a abordagem é reativa, a ameaça não é identificada até começar a criptografar arquivos e sistemas críticos.
Para conter o ataque, o banco ou a fintech precisa interromper as operações, frustrando os clientes, sem contar a possibilidade de perder dados, caso o backup também esteja comprometido.
Esse tipo de situação deixa bem claro quais são as consequências de uma resposta tardia a um ataque cibernético.
Claro que, na comparação entre proteção proativa x reativa, a proteção reativa ajuda a resolver várias questões e possui um papel de destaque na segurança digital. Entretanto, esse tipo de abordagem, por si só, não é suficiente para enfrentar ameaças digitais cada vez mais perigosas.
Facephi: tecnologia que reforça a proteção proativa
Bancos e fintechs estão entre os alvos preferidos dos criminosos digitais. E não é por acaso. Essas instituições lidam com dados sensíveis de clientes, movimentam grandes valores financeiros e concentram milhares (ou até milhões) de acessos diariamente.
Por esse motivo, na disputa entre proteção proativa x reativa, não dá para depender apenas de ações reativas, que só são implementadas depois que a fraude ou o ataque já ocorreram.
É nesse cenário que entra a Facephi – uma empresa especializada em soluções de segurança digital para evitar incidentes.
A empresa desenvolve tecnologias que usam biometria facial, análise de comportamento e inteligência artificial para identificar tentativas suspeitas de acesso, criação de contas suspeitas e movimentações financeiras fora do padrão.
Ao adotar esse tipo de abordagem proativa, bancos e fintechs conseguem reduzir drasticamente o número de fraudes, proteger seus clientes e ainda otimizar os processos internos.
O processo ocorre de forma integrada e automatizada, sem comprometer a experiência do usuário ou a continuidade das operações.
Com a Facephi, sua instituição financeira consegue desenvolver uma política de segurança muito mais eficaz, pois poderá contar com as melhores soluções do mercado para proteger seus clientes, colaboradores e evitar que problemas aconteçam.
Para saber mais, entre em contato com a Brinov e fale com nossos especialistas. Estamos prontos para ajudar sua instituição a dar o próximo passo na proteção digital!