Email Marketing: Como fazer?

Email Marketing: Como fazer?

Email Marketing é uma estratégia vinculada ao Marketing Digital baseado no disparo de emails para um público segmentado, seja ele vindo de uma base de contatos de clientes fixos ou leads gerados por meio de alguma outra estratégia.

Acompanhe esse artigo e entenda melhor o que é, como funciona e quais vantagens de colocar essa estratégia em prática.

Boa leitura.

Por muito tempo, o email marketing foi visto com maus olhos. Isso porque eles sempre tiveram relacionados a ideia de spam ou a comunicação intrusiva, aquela que faz uso indiscriminado de anúncios sem o uso da personalização de consumidores. No entanto, devido as inovações de automação de marketing, o email como publicidade, se tornou uma boa maneira de enviar as
mensagens corretas, para as pessoas certas.

Além de ser uma ótima ferramenta para os profissionais de Inbound Marketing, o email é um canal muito consumido. Segundo uma pesquisa feita pela Pew Research, 92% dos indivíduos adultos que estão online, utilizam o email.

Então, contrariando muitos, o email marketing não acabou e ele pode ser uma forma de fazer seu negócio crescer cada vez mais.

O que é Email Marketing?

Email marketing é o uso do email nas campanhas de marketing digital, objetivando a criação e a manutenção do relacionamento com clientes, o que gera mais resultados nas vendas e melhora na retenção. 

Ou seja, ele é uma estratégia de Inbound Marketing criado para apoiar a comunicação entre uma empresa e seu consumidor ou lead, pelo email. O contato pelo disparo de emails pode ser realizado a partir de uma seleção dos mesmo por meio de uma ferramenta de automação, capaz de guiar o processo de personalização das mensagens.

Muitas são as formas de fazer email marketing, existindo até categorias para elas. Alguns exemplos comuns são: 

  • Oferta de algum produto ou serviço;
  • Promoções;
  • Confirmação de compra;
  • Divulgação de material rico;
  • Newsletter;
  • Ativação de conta.

 É bom ressaltar uma característica da prática do email marketing: a opção de cancelamento do recebimento de email. O oferecimento dessa opção demonstra respeito pelo público que os recebe. É possível ainda atrelar uma pesquisa de opinião na hora em que o indivíduo está fazendo o cancelamento, podendo entender o que ocorreu para a desistência.

Porque fazer Email Marketing?

Talvez você esteja pensando: “ Mas eu já tenho várias estratégias de marketing, não preciso disso”! É aí que você se engana! Como dissemos anteriormente, quase 100% dos adultos que utilizam a internet, são frequentadores dos emails. Portanto, sua empresa precisa estar atualizada com esse dado, pois essa é uma forma da sua empresa conseguir informações valiosas sobre o seu público alvo.

Veja agora alguns benefícios dessa estratégia:

Ampliação do alcance 

De acordo com a Radicati, uma empresa americana especializada em pesquisas mercadológicas com foco em indústria de informática e telecomunicações, até o final de 2020, o número de usuários de e-mail em todo o mundo chegue a 3 bilhões. Ou seja, quase metade da população do mundo estará usando e-mail até lá. Incrivel, não é mesmo? 

Então, quanto mais emails uma empresa tiver cadastrado, mais chances de retenção emails chances de vendas ela terá. Quando criamos um login num site, usamos o email. Quando compramos online, usamos email. Quando marcamos consulta, usamos email. Assim, ele é uma parte fundamental das atividades de um usuário da Internet.

Cobertura previsível

Diferentemente das redes sociais, em que nem todos que seguem sua página verão seu post devido aos algoritmos que determinam a relevância da mensagem, no Email Marketing é possível prever a cobertura.

Uma das vantagens desse canal é a cobertura previsível. Isso quer dizer que quando se seleciona 500 endereços de email para o envio de dada mensagem, todos os 500 irão receber seu email na caixa de entrada (exceto se houver problemas técnicos na caixa)

Diferentes formatos 

O email pode ser considerado pelos profissionais de marketing como aquele job que vem sem briefing, ou seja, sinônimo de liberdade. A mensagens não tem uma quantidade específica de caracteres, além de ser liberado o uso de imagens, emoticons e gifs.

Além disso, podem ser utilizados templates, infográficos, mensagens curtas ou longas, CTA, links. Isto é, qualquer formato.

Retorno Financeiro

O email é o canal com melhor retorno financeiro devido ao seu baixo investimento. Mesmo existindo várias ferramentas no mercado para serem contratadas, de diferentes tipos e níveis, o valor não será alto, devido à baixa necessidade de muitos investimentos.

Há também ferramentas gratuitas como o Mailchimp que podem ser utilizadas.

Confira abaixo algumas estastísticas obtidas em um estudo feito pela Adobe: 

  • Indivíduos ficam mais de 5 horas por dia lendo emails no trabalho, sendo 3 horas para email corporativos e 2 para email pessoal. (Email Usage Study 2019).
  • 85% do público usa o celular para checar a caixa de entrada todo dia. (Adobe Consumer Email Survey).
  • O Email marketing é o meio mais popular para manter contato com as marcas. O estudo diz que 58% dos participantes do estudo da Adobe preferem receber promoções de produtos e serviços por email a receber por app ou redes sociais das marcas.

 

Qual o papel do Email Marketing?

Mesmo sendo atrelado a uma abordagem promocional e comercial, o Email Marketing vai além disso. Quando um usuário permite que uma empresa envie emails, ele dá acesso a parte da sua vida pessoal, podendo ser iniciada conversas. Afinal, usamos o email não só para receber emails importantes de empresas, mas também de amigos e familiares.

Portanto, na estratégia de marketing, o email é o canal que concede a comunicação personalizada com potenciais clientes e clientes reais. Ele traz resultados incríveis e satisfatórios.

Veja o papel do Email Marketing na sua estratégia de Marketing:

 

Engajar leads

Quando um indivíduo aceita receber seus emails da sua empresa, ela espera manter contato. Parece claro, mas algumas empresas esquecem de manter um relacionamento constante com sua base de contatos por email! 

Logo, o email marketing é utilizado na sua estratégia para engajar seus leads, fazendo com que lembrem de você e amplie a chance de seus leads virarem clientes.

Promover conteúdos

Caso sua empresa possuía um blog ( o que é essencial!), promover seus conteúdos é algo que traz bons retornos. Isso porque você tem a possibilidade de dar ao seu lead materiais que ele tem interesse, fazendo com que fique satisfeito.

Um newsletter, por exemplo, traz acessos ao seu post, ampliando a visibilidade do seu site na internet. 

Educar os leads

A nutrição ou educação de leads é uma estratégia importante do Inbound Marketing. Com ela é possível transformar seus usuários em leads, e seus leads em clientes. Para isso, é crucial educar seus contatos a respeito do seu negócio e estreitar o relacionamento de vocês.

O email é o canal para nutrir seus leads, porque permite o envio de mensagens personalizadas no momento certo. SE você usa uma ferramenta de automação de marketing, poderá usar o email para nutrir e educa-los mais facilmente.

Vender

No email você pode enviar ofertas e promoções para seus leads, oferecendo muitas vantagens para eles. É uma forma de conseguir vender mais rapidamente e ainda passar uma boa impressão com textos e imagens bem feitos e alinhados.

Atualmente, é possível incentivar que seus contatos realizem alguma transação com um clique no email, o CTA é um exemplo disso.

CTA é a sigla para “Call-To-Action”, que em tradução significa “chamada para ação”. Ou seja, é um botão inserido no email com links de uma página que incentivam os usuários a realizarem uma ação com redirecionamento para outra página.

Mas como começar a fazer Email Marketing?

 

Se você pretende iniciar sua estratégia de email marketing, é preciso de uma ferramenta, ou software que faça disparo de email em massa. Até porque, deve haver segmentação dos leads, dividindo-os de acordo com etapas do funil de vendas e interesse.

Existem alguns softwares completos no mercado que realizam função de automação de marketing, gestão de redes sociais, blogs e outros. É preciso fazer uma pesquisa aprofundada sobre qual se encaixa melhor no seu bolso, nas suas expectativas e necessidades.

Você pode também optar por contratar uma empresa de consultoria em Marketing digital, onde terá todo apoio para começar sua estratégia de email marketing e muitas outras que desejar. É uma forma mais simples de iniciar e com menos dores de cabeça

 

A Brinov Consultoria oferece serviços profissionais de Inbound Marketing, como Auditoria de Sites, Email Marketing, Automação de Marketing e Marketing de Conteúdo para sua empresa ampliar a performance na web.

Conheça esses e outros serviços da Brinov e faça sua empresa crescer.

 

Google Sitelinks: Saiba tudo sobre esse recurso

Google Sitelinks: Saiba tudo sobre esse recurso

Você provavelmente sabe da importância dos rankings dos mecanismos de pesquisa para ter uma boa estratégia de marketing digital e conseguir um ótimo CTR (taxa de cliques) no seu site. No entanto, você sabia que os Sitelinks do Google também são uma ótima forma de ampliar essa taxa de cliques por meio do tráfego extra?

Nesse artigo veremos o que é o Google Sitelinks, como funciona e suas vantagens.

Ficou interessado no assunto? Se sim, acompanhe mais um artigo da Brinov.

Antes de entrarmos a fundo nesse assunto, vamos ter uma visão geral:

Um bom rankeamento para suas palavras-chave garante que você consiga um tráfego relevante para apoiar no crescimento do seu site. Embora seja bom para a classificação, isso pouco vale se os usuários não clicarem no seu website a partir das páginas de pesquisa.

É nesse momento que entram os Siteslinks de pesquisa do Google. Além de serem mais vistos no Google, eles fazem com que mais usuários cliquem no seu website na página de resultados.

Os sites do Google são uma boa forma de melhorar a sua CTR, conseguir mais tráfego e fortalecer seu SEO.

O que é o Google Sitelinks?

SiteLinks do Google são links automatizados feitos pelo algoritmo
do Google que costumavam aparecer abaixo dos sites nas páginas de resultados de
pesquisa no Google.

O Google elaborou essa ferramenta para ajudar os usuários a entenderem melhor um website antes de visitá-lo e servir de atalho para as páginas mais relevantes de um site. Os Sitelinks são determinados de forma aleatória pelo algoritmo do Google, por isso não é possível ter controle total sobre quais as páginas do nosso site serão definidas como Sitelinks do Google. Por outro lado, existem algumas boas práticas que ajudarão a colocar certos links a mostra.

Antes disso, vamos saber quais vantagens esse recurso trás.

Benefícios do Google Sitelinks

Várias são as razões que fazem os links de sites serem tão
importantes para o seu website e para os visitantes dele. Abaixo listamos
quatro benefícios desse recurso. Confira:

Melhora do CTR

Ter um CTR (Click-Through Rate ou Taxa de Clique) alto significa dizer que o seu link é popular, e consequentemente, que é relevante para dada pesquisa nos mecanismos de busca. Apesar

do usuário fazer uma pesquisa simples sobre uma marca, os
sitelinks apresentam as páginas mais relevantes para ele, dando-lhe a oportunidade
de ser redirecionada para a que ele realmente tem interesse, pode ser de um
serviço, produto, ou qualquer outra informação disponível no sitelink.

Permitir que os usuários acessem instantaneamente às suas páginas principais é uma maneira de atraí-los mais rapidamente, já que fica muito mais fácil achar o conteúdo que procura.

Maior credibilidade

Os Sitelinks só são mostrados quando o Google entende que
aquilo é útil para os usuários. Isso é, quando há uma procura razoável sobre
aquele conteúdo.

De acordo com o Google: “ …. Se a estrutura de seu site
não permitir que nossos algoritmos localizem bons links de site ou se você
achar que os links para seu site não são pertinentes para a consulta do
usuário, nós não os exibiremos. ””  Veja aqui.

Logo, sabemos que o Google tem a intenção de fornecer a melhor e mais completa resposta sobre a pesquisa do usuário, assim, sabemos que quando os sitelinks aparecem, é sinal de que o site tem credibilidade. Fora que eles ocupam boa parte da tela, fazendo com o que usuário veja e tenha clareza sobre a informação.

Aumento da visibilidade da marca

A função do Google Sitelinks é mostrar algumas das páginas mais
relevantes e melhorar a experiência de pesquisa do usuário. As páginas escolhidas
são as que ele o algoritmo considera melhor, baseado em estrutura, conteúdo e palavra
chave do seu site.

Assim, as páginas que o Google mostra como links de sites
são, algumas vezes, produtos ou serviços, preços, blogs, tudo que ajuda o usuário
a conhecer melhor sua marca. Todos ganham: O Google por oferecer melhor
navegação, a marca por ser mais visualizada, o indivíduo que vai encontrar mais
rapidamente sua resposta.

Mais navegação no site

A maior parte dos visitantes não fica muito tempo nos sites,
navegando e explorando com profundidade. Normalmente, eles navegam pela página
inicial, olham a página de produtos e serviços sem se aprofundar.

Os sitelinks de pesquisa mostram as páginas mais populares,
assim seu principal artigo do blog, seu produto mais procurado pode aparecer,
dando a oportunidade de o usuário navegar mais.

Uma dica importante é investir em SEO para otimizar todas as páginas, das URLs aos conteúdos.

 

Como falamos anteriormente nesse artigo, não é possível controlar quais sitelinks nosso site terá, mas há algumas boas práticas. Veja algumas ações que podem trazer site de links para a sua página na web:

  • Ter um nome de site exclusivo
  • Trabalhar SEO para conseguir a primeira posição
    no Rank
  • Usar dados estruturados
  • Utilizar estrutura e navegação simples no website
  • Acrescentar Mapa do site XML ao Console de
    pesquisa do Google
  • Construir links internos
  • Títulos objetivos e relevantes

Google AdWords Sitelinks

É bom notar que os sites do Google AdWords são diferentes dos sites de pesquisa do Google.

Quando você configura uma campanha do AdWords, você tem a opção de adicionar links de sites ao anúncio, contribuindo para o direcionamento dos usuários para páginas. É possível adicionar uma pequena descrição dos Sitelinks, fazendo com que seus anúncios sejam mais relevantes para quem os visualizam. 

Mesmo que se pareçam, e desempenhem funções igual, os sites do AdWords são inseridos pelo gestor da campanha, enquanto que os sites orgânicos são feitos pelo Google e não especificados pelo dono do site.

 

Conclusão

 

Agora que já conhece tudo sobre Sitelinks do Google, é hora de seguir em frente e iniciar sua estratégia em SEO. 

Sabemos que os links não são garantidos ou que nem sempre aparecem, mas os benefícios que eles trazem são tantos que vale a pena tentar seguindo os passos que listamos nesse artigo.

Você também pode ver um artigo sobre SEO que disponibilizamos no blog. Lá tem tudo que você precisa saber para montar uma boa estratégia, com as melhores práticas, os principais conceitos, as dificuldades e dicas importantes. 

Se você se atentou para o conteúdo desse artigo e deseja replicar nas suas páginas da web, fale com a Brinov Consultoria. 

A equipe de consultores da Brinov oferece diferentes serviços para você crescer na Era Digital. Inbound Marketing, SEO, Google ADS, CRM, Inteligência de Mercado, Google Analytics e mais..

 

A Brinov está apta para te ajudar. Conheça nossos serviços.

 

 

Auditoria de Site : Saiba como Funciona

Auditoria de Site : Saiba como Funciona

Auditoria de Site: Essa pode ser a atividade que está faltando para seu negócio alcançar as primeiras posições nas páginas do Google!

Ficou interessado? Saiba tudo sobre esse serviço da Brinov.

De quanto em quanto tempo você verifica as páginas do seu website? Com que frequência você reconhece os erros, aplica melhorias e gera otimizações que ajudam na ampliação da navegabilidade dos usuários e no seu rankeamento no Google? Independentemente da quantidade de acessos que você possui, observar as falhas e repará-las é fundamental para o aumento da performance digital.

Se você tem reparado que as suas páginas na web, não tem gerado muito retorno, então deve ficar atento ao que pode estar dando errado. Algumas práticas que parecem não ter relevância podem te prejudicar.

O que é Auditoria de Site?

A Auditoria de Sites tem como finalidade ofertar uma análise técnica em relação a otimização de um website de forma integral. Ela indica quais são e onde estão os problemas técnicos do site que devem estar impedindo a correta performance de SEO.

Fazer uma auditoria completa em um site é fundamental para conseguir preservar a saúde da sua página. Além do mais, essa verificação garante que você repare os erros antes dos sites de buscas os julgarem, ajuda a manter o tráfego orgânico e uma boa experiência para o usuário.  

Você pode estar pensando: “ Mas eu nem sei o que está errado no meu site, como vou corrigi-lo? “ Ou ainda: “Talvez minha empresa não precise disso! Ela é pequena”. Certo?

Vejamos:

Uma coisa é certa:  a auditoria de sites fica mais fácil de ser realizada quando se possui uma equipe especializada em Inbound Marketing e preparada para encontrar esses erros nas páginas da web. Quando se tem disponível e experiente nesse assunto, a reparação dos erros acontece de maneira mais fluida e, consequentemente, o site estará pronto para ser ranqueado no Google mais rapidamente.

Quanto a necessidade de se fazer a auditoria em sites de empresas pequenas ou médias: Extremamente necessário! Qualquer acesso que você possui em seu site é motivo para entregar uma melhor navegação para seu usuário. Toda empresa, independentemente do tamanho, deve estar atenta aos erros em sua página. Afinal, qual não quer estar bem posicionada nas páginas de busca? Nenhuma, não é?

Portanto, quanto antes iniciar, mais cedo os resultados positivos do seu negócio serão vistos e as primeiras posições nos mecanismos de pesquisa poderão ser alcançadas. Você investirá uma menor quantia, terá mais tráfego orgânico e mais usuários agradados com a boa navegação do seu website!

Falamos muito sobre os erros dos sites. Veremos agora alguns deles.

Quais os principais erros encontrados nos sites?

Sites lentos, não responsivos, imagens que não abrem e páginas com tecnologias antigas. Esses são alguns dos erros encontrados nos websites espalhados pela rede.

Falhas assim são muito comuns e podem estar ocorrendo agora em site, sem você saber e bem naquela página que você costumava ter bastante acesso.

Veja alguns dos erros:

URLs sem otimização

É preciso ficar atento às URLs do seu site. URLs com underlines (_) na criação, uso de letras como “ç” e palavras acentuadas levam a inutilização da sua página. Não é aconselhável o registro desse tipo de domínio (com acento ou “ç”), porque alguns programas não são compatíveis com tais caracteres, levando ao erro na visualização do site.

As URL, além de ser o endereço da sua página, anuncia o conteúdo que está nele com uma estrutura básica, facilitando o acesso dos usuários. Portanto, deve verificar os links contidos na sua página, constatar que nenhum está levando para uma página que não existe e focar nos endereços com menos de 100 caracteres, com palavras escritas com letras minúsculas e sempre separadas por hífen.

Conteúdo

O conteúdo é a parte mais importante do seu site e por isso deve ser trabalhado com atenção. Páginas que possuem conteúdo repetido, imagens sem atributo alt, títulos muitos longos e sem links externos podem ser prejudiciais para o rankeamento nos mecanismos de busca.

É preciso, então, apagar as páginas repetidas, garantir que os textos possuam mais que 200 palavras, títulos objetivos e imagens configuradas.

O uso de Tags H1, H2, H3 são importantes! Não esqueça de utilizá-las junto com um texto completo, bem estruturado e sem erros gramaticais.

Site não responsivo

Sites não responsivos também podem empobrecer sua marca e descer sua página para as piores posições do Google.

A maioria das pessoas faz pesquisa pelo celular, portanto, seu site precisa ser “mobile-friendly”, ou seja, amigáveis aos dispositivos móveis, para conseguir mais acesso e melhorar a experiência de quem acessar.

Lentidão no carregamento

A lentidão de um website está relacionada com ranqueamento do mesmo nos sites de busca.

Por isso, é tão importante corrigir o quanto antes.

De acordo com o Profissional de E-commerce, 64% dos usuários saem da página e buscam outro site quando percebem a lentidão. Com esse dado podemos perceber que a lentidão realmente atrapalha a navegação do site e gera uma imagem negativa para a sua marca.

Esse erro no carregamento pode fazer com que os users deixem de visualizar seus melhores conteúdos e diminua o tráfego na página.

Dessa forma, o ideal é usar tecnologias recentes, imagens com boa qualidade e com tamanho razoável, além de evitar códigos não usuais.

Como fazer uma boa Auditoria de site?

Uma auditoria completa leva tempo e, sem a ajuda de uma equipe e ferramentas eficientes, alguns erros podem acabar passando despercebidos.

Então, por onde começar? Primeiro você deve compreender como funciona a estrutura do seu site fazendo o uso de ferramentas que ajudem nesse processo.

Um time de consultores de marketing capacitado e que entendam a fundo sobre Tecnologia da Informação e SEO, é o ideal para esse trabalho.

A Brinov Consultoria oferece o serviço de Auditoria de sites, no qual, com o auxílio de plataformas específicas, faz toda verificação das suas páginas, encontra os erros e sugere quais mudanças irão otimizar seu website. Assim, você resolve as falhas de forma rápida e ainda tem a possibilidade de dispor de uma análise frequente feita por um time qualificado.

É possível visualizar relatórios sobre a saúde do website, observando os erros de navegação, links e códigos.

Agora você já sabe o que é uma Auditoria de Site, o por que dela ser tão importante e quais erros você deve ficar atento, é hora de começar.

Fale com o time de consultores da Brinov e amplie performance digital da sua empresa!

Conheça nossos serviços de Inbound Marketing: Auditoria de Sites, Email Marketing, Automação de Marketing e Marketing de Conteúdo.

SEO e Google: Entenda essa relação

SEO e Google: Entenda essa relação

SEO e Google: Compreender a relação entre ambos é fundamental para conseguir alcançar bons posicionamentos nesse mecanismo de busca, gerando tráfego e autoridade para seu website ou blog.

No post anterior sobre SEO, falamos sobre a definição, relevância e alguns conceitos importantes que permeiam esse conjunto de técnicas no Google. No artigo de hoje, veremos como funciona a relação entre SEO e Google, explicando o processo de busca do usuário e a definição do posicionamento nas páginas de busca

Ficou interessado? Continue acompanhando e boa leitura!

Entenda a relação entre SEO e Google

Compreender como o Google funciona para elaborar uma estratégia de Marketing Digital eficiente com SEO é fundamental quando se tem um negócio. Mas você sabe como acontece o processo de busca do próprio usuário na plataforma?  A resposta vem da psicologia.

A psique humana frente aos mecanismos de pesquisa vê a necessidade de suprir uma demanda, ou seja, um desejo determinado que pode se apresentar de várias maneiras. O usuário se depara com um local onde ele acredita que encontrará uma certa resposta para sua pergunta e então começa a busca.

Cabe às empresas entenderem essa necessidade do usuário e responderem da melhor maneira possível. As empresas devem investir na otimização dos seus sites (SEO) para que usuário encontre a sua resposta, e não de outra organização.

É necessário, então, se colocar na cabeça desses usuários para entender como fazem a busca nos mecanismos de pesquisa. E o primeiro passo para isso é saber a intenção de pesquisa, que necessidade os levou até ali.

Conhecer a intenção é primordial para atrair o público certo para seu website.

Veja os tipos de busca do usuário no Google. São 3:

1. Busca Navegacional

Essa busca é feita pelo usuário que já sabe o site que deseja ir, mas talvez não lembre a URL ou não esteja a fim de digitar. Ou seja, o usuário escreve a palavra chave que deseja encontrar.

Um exemplo seria o usuário escrever apenas “Brinov” no Google para nos encontrar e não a URL “ brinov.com”. O indivíduo já sabe o que está procurando.

2. Busca Informacional

Nessa, o usuário quer informação. E para isso pode se deparar com notícias ou artigos. Aqui, ele não sabe ainda onde quer chegar, ou seja, não conhece seu destino final.

O usuário irá usar os primeiros resultados orgânicos para encontrar a solução que deseja, sendo difícil identificar a intenção de pesquisa exata desse usuário.

Quando o indivíduo escreve apenas “consultoria de negócios” ele pode estar querendo ler artigos sobre, notícias ou indicação de uma empresa que preste tal serviço.  Por isso é importante ter um bom posicionamento no Google.

3. Busca Transacional

Esse tipo de busca é para fazer uma transação, ou seja, comprar um produto, contratar um serviço, encontrar uma empresa, ou outra transação qualquer.  

O usuário sabe o que deseja e pode escrever, “ contratar consultoria de negócios”. Essa pesquisa é muito valiosa para e-commerces.

Essas buscam irão determinar o que o usuário quer ver e o que ele verá primeiro. Interessante, não?

Veja como funciona o Google.

As pesquisas nesse mecanismo são baseadas no Google Bot.

Os robôs do Google agem como rastreadores. Eles examinam as páginas na internet, acessam cada link e identificam o que aquelas páginas oferecem, salvando tudo o que encontram nos servidores do Google.

Assim, todo o conteúdo se mantém organizado e segmentado para ofertar os melhores conteúdos para as buscas feitas pelos usuários sobre um determinado tema.

Pense em uma biblioteca. Quando procuramos por um livro sobre otimização para mecanismos de busca (SEO), por exemplo, não precisamos verificar todas as prateleiras para encontrar esse conteúdo. Recebemos orientação para olhar em um local específico onde estará exposto tudo sobre esse tema. Isso torna nossa busca mais fácil.

O mesmo acontece com os servidores do Google: organizam os conteúdos para ajudar o usuário, e assim, apresentam os sites mais relevantes e com o conteúdo mais completo para responder a intenção da busca.

Entendendo dessa forma, podemos ver a importância de traçar uma boa estratégia de SEO nos sites, pois isso acarreta no posicionamento dele no Google.

Como o Google lê um site

Apesar de alguns acreditarem, o Google não vê os websites da mesma forma que os usuários.

A visibilidade para os robôs dos mecanismos de buscas que leem o site é limitada a textos e códigos, não podendo fazer a leitura de Javascript e imagens. Por isso, o trabalho em cima de texto alternativo (alt text) para imagens é tão relevante.

Quando a descrição da figura é colocada, os robôs conseguem compreender o que é aquilo e podem caracterizá-la como conteúdo. Do contrário, eles visualizam como apenas um espaço vazio, ou seja, furos no site, e entendem que aquilo não é relevante para o usuário.  

Além do mais, um bom texto alternativo feito em imagens ajuda nas questões de SEO e rankeamento!

Como chegar ao topo das buscas no Google usando o SEO?

A ferramenta de SEO é imprescindível para a empresa que deseja as primeiras colocações nas páginas de busca do Google. Veja agora 5 fatores que vão otimizar sua posição.

1. Conteúdo de Valor

Esse fator é um dos fundamentos do SEO: Gerar conteúdo qualificados para os usuários. Deve-se produzir sobre o que os indivíduos estão buscando mais. É preciso estudar sobre as tendências para chegar naquilo que as pessoas gostariam de ver.

Pense nos assuntos mais vistos e incluía a otimização de SEO. Você notará a diferença no tráfego!

2. Velocidade no carregamento do site

Esse fator é amplamente falado pelo Google. O tempo que o seu site fica carregando influência diretamente na experiência que o usuário terá e também no seu posicionamento nas páginas de pesquisa. Verificar possíveis erros de carregamento pode contribuir para chegar ao topo.

3. Palavra-chave

A utilização da palavra-chave no início dos conteúdos é fundamental na otimização do website. Ainda mais no título!  Não se pode esquecer que o título é um dos fatores On Page, por isso a palavra chave ou keyword, deve ser inserida nele, e de preferência no início.

4. Responsividade

Essa palavra ficou famosa em 2015, quando o Google garantiu que as páginas “mobile-friendly” ou seja, amigáveis aos dispositivos móveis, ganhariam melhores posicionamentos nas pesquisas feitas pelos dispositivos móveis.

5. Navegabilidade

Quanto mais fácil for a navegação pelo usuário no seu website, mais ampla será a experiência dele. A facilidade no uso da página aumenta o tempo de permanência, a visualização e o tráfego, gerando uma menor taxa de rejeição.

Então, conseguiu compreender a dinâmica que ocorre entre o SEO e o Google?

Nesse post vimos o quanto essas ferramentas são importantes uma para outra e para as empresas que buscam maior performance no meio digital. Utilizar as otimizações de SEO no seu site irão impactar diretamente na captação de clientes e na geração de receita por meio do Google.

Entendeu a importância dessa relação, mas não sabe como aplicar no site da sua empresa?

A Brinov Consultoria pode te auxiliar com isso! Com um time de consultores especializados e prontos para te atender, conseguimos ampliar a performance digital da sua empresa e contribuir para seu crescimento.

Fale com um de nossos consultores e conheça nossos serviços de SEO. Oferecemos Diagnóstico de SEO, Otimização para o Google, Criação e Otimização de Blogs.

O que é Inteligência de Mercado?

O que é Inteligência de Mercado?

Inteligência de Mercado: Saiba o que é, quais os benefícios dessa aplicação e como praticar na sua empresa.

No contexto mercadológico atual, em que o nível de competitividade aumenta a cada dia devido às mudanças de comportamento dos consumidores, empregar tecnologias de automação e expandir a inclusão digital, é fundamental para que as empresas se mantenham atualizadas quanto as tendências do mercado.

Para acompanhar essas tendências é necessária percepção de crescimento e mente aberta para as inovações. Do contrário, prosseguir com métodos obsoletos num panorama tão competitivo, podem levar ao declínio da empresa.

Pensando nesse panorama mercadológico, trouxemos nesse post, tudo sobre essa forte tendência que tem ajudado no mundo dos negócios: A Inteligência de Mercado.

Ficou interessado sobre o assunto? Acompanhe esse artigo e boa leitura!

Afinal, o que é Inteligência de Mercado?

Inteligência de Mercado é uma estratégia de marketing que usa a coleta de dados e a análise dos mesmos de forma sistemática para tomar decisões. Ela é essencial para as empresas que desejam reconhecer problemas e oportunidades de desenvolvimento, tomar decisões inteligentes e seguras e ainda, crescer de forma competitiva no mercado.

Como dito anteriormente, a alta competitividade deu às empresas oportunidade de buscar soluções inovadoras para impulsionar sua posição em relação a forte concorrência.

Nesse sentido, elas começaram a montar equipes de Inteligência de Mercado, ou Business Intelligence (BI), como forma de driblar o cenário competitivo com soluções altamente pensadas e seguras pautada na junção de várias metodologias para captar e usar os dados sob diferentes aspectos.

Os dados são baseados no comportamento do consumidor, nas estratégias da concorrência, nas vendas da empresa, no perfil do público-alvo e o mercado de uma maneira geral. É feito um monitoramento, coleta de informações e diferentes análises a fim de converter tudo isso em inteligência para serem usados na hora das tomadas de decisões.

Quais os benefícios?

Muitas são as vantagens da Inteligência de Mercado, no entanto, vou citar as principais e as mais valiosas para as empresas que desejam implantar na sua estratégia de marketing.

Essa estratégia ajuda na hora de conhecer o feedback dos clientes e do mercado sobre dado produto ou serviço, contribui para a avaliação de preço no mercado, identifica os diferencias do produto da sua empresa e dos produtos concorrentes, descobre o nível de lembrança da marca, além de conhecer profundamente os clientes reais e os em potencial.

A inteligência de mercado é capaz de acompanhar todo o mercado em que sua empresa está inserida, entendendo o segmento por completo, desde os problemas até as tendências e os influenciadores.

As empresas que costumam adotar a Inteligência de Mercado tendem a ampliar a competitividade, a produtividade, capacidade de antecipar tendências e ainda a se adaptam melhor às mudanças.

Como aplicar na minha empresa?

Para usar essa estratégia como uma ferramenta potencializadora de vendas e de crescimento dos negócios, em primeiro lugar é preciso entender como coletar e como manusear a grande quantidade de dados que serão captados das mais diferentes frentes.

Nesse sentido, o Big Data tem um papel essencial devido a sua capacidade de coletar uma grande quantidade de dados em rede e organizá-los em relatórios de maneira rápida. Afinal, qual a vantagem de ter uma infinidade de dados disponíveis e não saber utilizar a favor do seu negócio, não é mesmo?

Depois da coleta de dados, o próximo passo é conseguir filtrar as informações, isto é, separar as informações relevantes das superficiais. Essa etapa é importante para que a empresa consiga alcançar os objetivos programados, pois se houver equívoco quanto a classificação dos dados, haverá um retrabalhado e isso prejudicará o andamento da estratégica.

Depois disso, fica mais simples traçar os dados, analisa-los e antecipar as tendências ou os problemas que virão.

Vamos a um exemplo prático: Numa empresa que trabalha com estoque de material, é essencial ter uma equipe de inteligência de mercado, pois assim poderá ver os produtos com maior e menor saída e com isso, programar a compra dos mesmos.

Inteligência de mercado ou Pesquisa de mercado?

A pesquisa de mercado é uma fundamental fonte de dados primários para a inteligência de mercado. Ela contribui no entendimento do mercado, dos consumidores e da concorrência.

Quando se faz uma pesquisa de mercado, você consegue saber as opiniões dos leitores sobre sua marca, seus produtos ou serviços. Você também obtém respostas sobre a satisfação e a reincidência de compra. Nessa pesquisa você vê a concorrência e seus pontos positivos e negativos, ou seja, são muitas as informações obtidas na pesquisa de mercado.

Quer utilizar a Inteligência de Mercado, mas não sabe por onde começar?

Inteligência de mercado é uma estratégia fundamental para empresas que querem identificar problemas e oportunidades de crescimento. Se você é faz parte de uma dessas empresas, a Brinov Consultoria pode te ajudar!

A Brinov oferece serviços profissionais de Pesquisa de Mercado, Análise de Concorrentes, Segmentação de Mercado e Criação de Personas para empresas que querem crescer no mercado.

Entre em contato com nosso time de consultores especializados e se torne mais competitivo no mercado.

Google Ads: Entenda como funciona

Google Ads: Entenda como funciona

Google Ads: Conheça mais sobre essa ferramenta essencial do Google.

Na hora de captar clientes e ampliar a sua presença no mercado, certas ferramentas do Google são bastante úteis e podem fazer a diferença no seu negócio. E uma das mais usadas é o Google Adwords, hoje conhecido como Google Ads.

Devido ao seu alcance mundial, a plataforma de anúncios do Google consegue visibilidade e expansão, contribuindo para crescimento das marcas e para a criação de oportunidades de vendas.

Como sua empresa não deve (nem pode) ficar de fora dessa plataforma de oportunidade, nesse post você vai entender como funciona o Google Ads e como criar uma campanha online de maneira fácil.

Continue a leitura e confira!

O que é o Google Ads?

Google Ads é a plataforma de anúncios do Google. A primeira versão teve lançamento em 2000 e desde então ele influência todo o comércio de Mídia Online. Por meio do Google Ads é possível gerar anúncios de busca, Display, Gmail, Play Store e YouTube. Tudo pela mesma plataforma, não é fácil?

De modo geral, o Google Ads é uma ferramenta de publicidade on-line que apresenta anúncios em formato de links patrocinados assim que pessoa faz uma busca sobre determinado assunto. Os resultados encontrados a partir dessa pesquisa se baseiam em palavras-chave utilizadas nesse momento.

Isto é, na hora exata em que a busca é feita, o indivíduo receberá um anúncio de um serviço ou produto referente ao que ele está procurando. Para uma maior captação da atenção dos consumidores, esses anúncios são colocados em locais estratégicos da página, como no topo ou rodapé, por exemplo.

Além de área de busca, o Google Ads pode mostrar anúncios em formato de vídeos e banners em diferentes sites parceiros do Google.

Como o Google Ads funciona?

“Só preciso fazer o pagamento e apareço para todo mercado? ” Não, nem tudo é tão simples!

Um grande diferencial dessa ferramenta é que as empresas anunciantes têm a possibilidade de se destacarem para um público segmentado, ou seja, um público que tenha “fit” com seu negócio e uma audiência mais qualificada.

Afinal de contas, o que é mais interessante para uma rede de comida vegetariana: exibir sua campanha para 1 mil pessoas, sem saber ao certo sua base alimentar, ou para 500 pessoas fielmente vegetarianas?

Pois é! É assim que o Ads pensa. Baseado em cookies e nas palavras-chave, quem anuncia consegue determinar o local onde os anúncios serão apresentados.

A ferramenta funciona como um leilão. Os anunciantes ofertam dinheiro e em contrapartida eles ganham cliques. No entanto, diferentemente dos leilões de carros e gado, a maior oferte não é aquela que ganha, necessariamente.

Combinando fatores de qualidade e seu Ad Rank, o Google determina qual anúncio aparecerá primeiro. Isto é, não basta somente pagar o valor mais alto, é imprescindível que o anúncio esteja alinhado com as técnicas de SEO. A campanha precisa ser boa!

O Ad Rank é formado pelo Índice de Qualidade (IQ) x Lance (CPC máximo). Assim, mesmo que os lances dos outros forem maiores, seu anúncio tem a possibilidade de se destacar pelo IQ, caso seja maior.

Quais são as formas de anúncio?

Existem 4 principais formas de anúncios no Google Ads. São elas:

  • Anúncios na rede de pesquisa:

Os anúncios são mostrados nos resultados de busca para cada palavras-chave. Eles ficam destacados no início da SERP e com a legenda “Anúncio” para determinar que é um link patrocinado. Nesse tipo de anúncio, o anunciante só paga quando o indivíduo faz um clique no link para ter acesso ao site.

  • Anúncios em rede de display:

Esse tipo de campanha aparece em sites, páginas de notícias e blogs que, unidas, geram uma Rede de Display do Google. Podem ser encontradas em forma de Banner, Texto, Gmail.

  • Anúncios no YouTube:

Aparecem antes do início do vídeo ou durante a exibição. Esses anúncios tem a capacidade de selecionar o público certo baseado na idade, sexo, localidade e preferências. O anunciante só paga quando os usuários clicarem na campanha e se ele for pulado por eles antes de terminar os 30 segundos, não paga nada.

  • Anúncios em aplicativos:

Especialmente para quem tem um aplicativo e deseja ampliar a cobertura com o Google Ads. É possível promover seu empreendimento ou seu app para os usuários de iOS ou Android.

Como fazer um anúncio no Google Ads?

Agora que já sabe como funciona a plataforma, é hora de aprender a criar anúncios. Veja como:

Primeiro você deve acessar o site do Google Ads e fazer o seu cadastro. Caso já tenha conta no Google, apenas informe seu login e senha.

Quando chegar ao painel do Ads, você criará seu anúncio. Basta ir na aba “Campanhas”, clicar no círculo azul com o sinal de adição (+) e selecionar “Nova Campanha”.

Nesse momento você selecionará o tipo da sua campanha, ou seja, sua estratégia. Terá as opções listadas nesse post, como Rede de Pesquisa ou de Display, YouTube Ads.

Depois você fará a configuração da campanha, preenchendo as solicitações da plataforma, e em seguira conferirá a parte visual do anúncio. Você poderá definir que informações terá no anúncio.

No final, não deixe de revisar a campanha. Simples, não?

Conclusão

O Google Ads é uma ferramenta incrível criada para e trazer mais visitantes para o seu site, por meio de links patrocinados. Para sua empresa obter uma estratégia de Marketing Digital completa, deve-se considerar essa plataforma como meio de captação de clientes.

Se ainda está começando, saiba que esse é um universo grande. No começo, você pode ter dificuldades e cometer alguns erros, mas com a ajuda certa, perceberá que o Google AdWords deverá sempre fazer parte da sua estratégia de Marketing Digital.

Para que uma campanha alcance os resultados esperados é necessário que a sua empresa conte com o suporte de especialistas em Marketing Digital.

Então, se você deseja alcançar os melhores resultados com suas campanhas de Google AdWords, fale com a Brinov.

A Brinov é uma empresa de consultoria que oferece serviços de Pesquisa de Mercado, Criação de Campanhas, Otimização de Google ADS e Gestão do Google ADS da sua empresa.

Entre em contato com nossos consultores e conheça as melhores soluções para o seu negócio. 

SEO: O que é e para que serve?

SEO: O que é e para que serve?

Quando uma empresa decide investir em Inbound Marketing, seu maior objetivo é alcançar as primeiras posições nos mecanismos de busca e ser reconhecida no mercado. Afinal de contas, que empresa não deseja receber cliques de graça e mais acessos em seu site?

Entretanto, apenas entrar no mundo virtual não é o bastante para garantir que seu website consiga espaço na primeira página do Google. É preciso bem mais que isso, começando pelo investimento em estratégias específicas de otimização de resultados, a fim de atingir uma boa posição.

Mesmo a concorrência estando cada vez maior por essas posições, existem várias estratégias de otimização que você pode implantar no seu site e nos seus materiais disponíveis que ampliam a experiência do seu leitor e consequentemente, melhoram seus resultados nos motores de busca.

Tais otimizações são conhecidas como SEO!

Nesse post você vai entender o que é essa técnica de otimização e como utilizá-la no seu site e blog para aumentar sua presença online.

Acompanhe!

SEO

O SEO (Search Engine Optimization), também conhecido como otimização para mecanismos de busca, é um conjunto de técnicas de melhoramento para websites e blogs, com objetivo de alcançar bons posicionamentos orgânicos nos mecanismos de busca, como Google e Bing. O uso dessa técnica garante ampliação de tráfego e autoridade para um website ou blog

Essa estratégia é essencial para sua empresa crescer no mercado, ganhar visibilidade online e, consequentemente, gerar leads, clientes e receita.

Saiba tudo sobre a estratégia de Inbound Marketing.

Assim que você otimiza seus canais online com as técnicas de SEO, você consegue aumentar as oportunidades de negócios, já que a maioria em massa dos indivíduos que buscam no Google, por exemplo, navegam apenas pela primeira página de busca, não tendo o trabalho de olhar as páginas seguintes.

Então, o objetivo do SEO é ampliar o volume de acesso orgânico e dar visibilidade para as páginas na web.

Interessante, não?

Como a otimização de sites pode ajudar meu negócio?

Agora que já sabe a definição de SEO, veja como ele ajuda.

Como dito, o SEO reúne um conjunto de técnicas, que possibilitam que suas páginas sejam colocadas no início da área de resultados orgânicos (resultados naturais, ou seja, “não pagos”) das páginas de respostas dos buscadores. Estas técnicas podem ser aplicadas em todas suas páginas na web, e devem trabalhar integralmente para que tragam os resultados esperados quanto a posição nas ferramentas de busca.

Cada tipo de website, tem um objetivo, ou uma dada conversão. Por exemplo, em um blog, o objetivo é gerar visitantes para ler os posts, já em um e-commerce é gerar vendas. As conversões podem ser, então, vendas, downloads, cadastros ou cliques.

Seja qual for a área de atuação da sua empresa, a otimização em SEO irá ajudar seu público alvo a chegar ao seu site da maneira, ou pelo caminho, que você escolher.

Mas como fazer isso no Google? Vamos ver.

Metodologia do Google

Como o Google sabe que site é melhor? Como ele faz esse posicionamento?

Uma palavra responde quase todas as dúvidas: ALGORITMOS. O Google trabalha por meio de cálculos complexos realizados pelo seu algoritmo que por sua vez, considera uma infinidade de aspectos. Com o passar do tempo, o que mudou foi a relevância desses aspectos, como o PageRank que antes era fator principal e hoje não é mais.

Conheça também os desafios para aliar Inbound Marketing e Vendas.

Abaixo alguns conceitos importantes para a otimização dos conteúdos de sites ou blogs.

SEO On Page

Os mecanismos de busca priorizam os sites que oferecem o conteúdo mais relevante e com a melhor experiência de navegação. Para isso, as palavras-chave e informações do site devem ser pensadas do ponto de vista do que o usuário procura: as páginas devem carregar rápido, serem simples e fáceis de navegar (estimulando uma maior permanência no site) e se adequar às diversas plataformas, com destaque para a mobile.

Alguns fatores On Page:

Qualidade do Conteúdo: Quanto melhor for o seu conteúdo, maiores são as chances de você figurar nas primeiras posições das SERPs.

Tamanho do Conteúdo : O tamanho influencia no rankeamento do Google. A média de tamanho dos conteúdos é de aproximadamente 2.500 palavras. O Google procura os conteúdos mais completos, isto é, que esclareçam mais as dúvidas.

Título Interno : Título do seu blog, aquele que o leitor vê quando já tiver acessado o seu conteúdo. É muito importante destacar que ele deve ser diferente do seu SEO title, que será um fator externo e deverá levar o leitor ao seu texto.

SEO Title: É o título que aparece nas SERPs. Sua função é levar o leitor até o seu conteúdo.

URLs Sociáveis: O Google identifica o uso das palavras-chave no endereço da sua página, e quanto mais “fácil” ela for, mais fácil dos leitores darem um clique.

Heading Tags : Identificam a prioridade dos conteúdos existentes na página. É possível observar até seis headings, apresentando o conteúdo mais importante (H1) e seus subtítulos (H2 a H6).

Seo Off Page

Os mecanismos de busca querem saber também o que os outros pensam de você, ou seja: sua marca tem links valiosos em sites com autoridade apontando para o seu? Muitas ferramentas oferecem listas de sites relacionados com boa autoridade de domínio, daí é só buscar parcerias (muitas vezes pagas) para artigos, guest posts, conteúdos e infográficos.

Alguns fatores Off Page:

Link Building: Ele funciona como indicações. Todo site que linka para você está indicando que o seu conteúdo é bom. Quanto mais indicações, mais relevância.

Autoridade: O link buiding, o tempo do seu domínio e a quantidade de conteúdos publicados influencia na autoridade do seu site.

Como começo a fazer SEO?

Antes de começar a investir em SEO avalie se a jornada dos consumidores do seu produto ou serviço normalmente passa pelos mecanismos de busca. Na maioria dos casos passa sim, no entanto é bom avaliar antes de investir tempo e dinheiro em SEO.

É bom avaliar também o nível de competição do seu segmento. Pode ser que o investimento para entrar em alguns mercados neste momento seja muito alto e os resultados difíceis de alcançar. Existem ferramentas que auxiliam nestas duas avaliações, como o SEMRUSH e a própria ferramenta de planejamento de palavras chave do Google.

Para conhecer melhor as técnicas e estratégias adotadas na otimização de sites e entender como tudo isso pode influenciar nos posicionamentos dos resultados nos buscadores, fale conosco.

A Brinov Consultoria oferece serviços profissionais de Diagnóstico de SEO, Otimização para o Google, Criação e Otimização de Blogs que podem fazer sua empresa crescer cada vez mais.

Conheça nossos serviços e soluções para o seu negócio.

Inbound Marketing e Vendas: Conheça os Desafios.

Inbound Marketing e Vendas: Conheça os Desafios.

Conheça os desafios que são encontrados na hora de integrar as equipes de Inbound Marketing e Vendas e saiba como otimizar essa relação.

Uma estratégia de Inbound Marketing satisfatória tem como principal objetivo, obrigatoriamente, possibilitar o aumento das oportunidades de vendas geradas para a empresa. Isso transforma os vendedores nos principais colaboradores da equipe de marketing!

No entanto, frequentemente há desafios no percurso para garantir que essas duas equipes fiquem alinhadas e trabalhem em conjunto.

Pensando nisso, destacamos alguns desafios que o time de vendas e o time de marketing enfrentam para produzir uma estratégia de Inbound Marketing realmente funcional, ou seja, que contribua para o crescimento da empresa.

Veja quais são os desafios:

Delimitar os papeis de cada equipe

Entender o papel de ambos os times na estratégia de Inbound Marketing é uma dúvida comum. Mais comum ainda, é a dúvida de como fazer com que cada equipe entenda o papel da outra!

De modo geral, o marketing produz estratégias que garantam possibilidades de negócios para o time de vendas. Isso é realizado por meio da produção de conteúdos relevantes, captação de leads e pela nutrição dos mesmos com os materiais ricos por email e redes sociais. Depois disso, os vendedores entram em cena e recebem a listagem dos leads preparados para o fechamento do negócio.

Um time de vendas e marketing bem alinhado é aquele que contribui para as ações das partes. A equipe de vendas tem o contato direto com o cliente, sendo assim, ela pode e deve contribuir para o entendimento do marketing sobre quem realmente é essa persona, ou seja, o cliente ideal.

É de extrema importância essa conexão, desde que as partes saibam seus limites e obrigações.

Saiba o que é Inbound Marketing e todos os benefícios para o seu negócio.

Gerar um SLA satisfatório para Vendas e Marketing

O SLA é a sigla para Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço). Ela é um acordo feito entre distintas áreas de uma empresa para garantir que juntas elas tenham resultados positivos e alinhados aos objetivos da instituição. O SLA mais comum é o firmado entre o inbound marketing e vendas, podendo haver outros também.

Nesse acordo vem determinado as metas de cada time envolvido. Pensando em um exemplo, temos: O time de marketing deve entregar mil leads/ mês e o time de vendas deve entrar em contato com um desses leads a cada duas horas/dia.

Assim, fica acordado as atividades e os resultados esperados de cada um, tornando mais fácil a divisão e organização dos papéis.

Comunicação entre Inbound marketing e vendas

Além do entendimento sobre as obrigações das partes, é necessário que eles mantenham um canal de comunicação ativo, ou seja, conversem entre si com frequência. A melhor maneira de otimizar os processos e entender o que está ou não funcionando, é por meio da comunicação dos times. Reuniões periódicas entre os gestores são boas para esclarecer pontos não alinhados como por exemplo, a passagem de leads, o que permite que falhas sejam consertadas e aconteçam melhorias mais efetivamente e com mais rapidez.

Veja também: Como o Big Data por ajudar o Marketing Digital?

Foco na qualificação dos leads

Leads qualificadas é a melhor coisa que a equipe de marketing pode repassar para a equipe do comercial. Mas o que é um lead qualificado? Em geral, é um lead gerado por meio de um caminho traçado pelo marketing, e não é o que tem maior taxa de conversão. Aqui entra novamente a importância da comunicação entre os times.  Determinar o que é um bom lead é uma maneira de otimizar o tempo de ambos os times.

O marketing traça estratégias e qualifica os canais de relacionamento para captar mais leads desse tipo, e os vendedores entram em contato com os melhores leads, o mais compatível. Alinhar Inbound Marketing e Vendas é uma tarefa constante. É essencial manter a comunicação e deixar evidente o papel de cada, sempre otimizando junto com o crescimento da instituição.

Por isso, ter uma empresa especializada em desenvolvimento e aplicação de estratégias de Inbound Marketing e integra-las com a equipe de vendas pode ser a melhor opção. Quando se pensa em conhecimento do mercado, comunicação com time comercial e o alcance de resultados, uma consultoria pode alinhar tudo isso e entregar os objetivos sonhados.

Quer entender o que a Brinov Consultoria pode fazer pelo seu negócio? Entre em contato conosco e garanta mais oportunidades de vendas.

Inbound Marketing: O que é?

Inbound Marketing: O que é?

Se ainda não entende o que é Inbound Marketing, esteja preparado, porque nesse ano de 2020 essa será uma das expressões mais usadas nas conversas sobre o marketing digital no Brasil.

Basicamente, o Inbound Marketing, diferente do Outbound Marketing, é uma estratégia formada por várias ações no meio digital com o objetivo de atrair visitantes para um site e convertê-los em Leads, ou seja, consumidores verdadeiros dos seus produtos e serviços. A ideia é trabalhar essas visitas por meio da geração de conteúdo online.

Entender o que é Inbound Marketing e como ele funciona é essencial para qualquer empreendedor digital e profissional de marketing. Isso porque ele se revelou uma poderosa ferramenta de marketing digital atual e garante ser uma das mais usadas tendências para o marketing digital daqui para frente.

Inbound Marketing: Porque usar?

No momento atual, o marketing convencional está dando lugar ao marketing de relacionamento, ou marketing de conteúdo, onde em vez de oferecer apenas produtos e serviços de forma direta, ela está criando relacionamentos e ampliando o valor da marca.

O novo marketing, trabalha para atrair clientes em potencial, apresentando conteúdos relevantes e que agregam valor para a rotina das pessoas de maneira menos invasiva que outras utilizadas no marketing tradicional feito na internet.

Com ele o potencial cliente chega até a empresa atraído pela mensagem que a mesma passa com seus conteúdos, ficando mais fácil apresentar soluções, transformá-los em clientes efetivos e até mesmo promotores da marca.

Saiba também sobre como a Tecnologia da Informação pode te ajudar nos negócios.

Inbound Marketing X Outbound Marketing: Veja as diferenças

Até agora, não explicamos o conceito de Outbound Marketing, mas para ficar mais fácil de entender, saiba que ele envolve aquelas práticas que já estamos acostumados a ver, como:

  • Anúncios de variados tipos,
  • Contato direto por telefone ou e-mail,
  • Stands de vendas em eventos,
  • Outdoor e cartazes,
  • Comerciais na televisão, etc.

O custo das ações de Outbound normalmente é mais alto e nem sempre é possível mensurar de forma precisa os resultados dessas ações.

Pense no outdoor. Ele fica exposto em determinado local da cidade, 24 horas por dia durante 14 dias (contratado por bi semana). Normalmente só consegue-se saber a classe do público do local, faixa etária e renda, mas quantas pessoas passam por lá? Não são somente os moradores daquele bairro que veem o outdoor. Por isso a mensuração é dificultada, diferente das ações de Inbound.

O Inbound, usa o conteúdo de atração no meio digital, por meio de canais como blog, redes sociais e e-mail. O custo acaba sendo muito menor e os resultados conseguem ser medidos de forma rápida e precisa pelas ferramentas da internet. Veja as principais diferenças:

Principais diferenças entre o Inbound Marketing e o Outbound Marketing.

Benefícios do Inbound Marketing

O Inbound Marketing apresenta uma série de benefícios que facilitam na hora de atrair o público e engajá-lo. Confira alguns:

Segmentação

Uma das vantagens do Inbound Marketing é a facilidade em na segmentação. Por ser formado composto por várias ações com objeto de despertar o interesse do público para determinado produtos ou serviços, o público resultante destas ações é sempre segmentado.

Em grande parte, a segmentação é feita pelo email marketing, que selecionada cada tipo de público para cada ação específica da marca. Isso facilita a inserção do público num funil de vendas e garante a marca, não só, uma redução no custo de captação de clientes, como também um melhor posicionamento no mercado.

Relacionamento com o Cliente

Por oferecer conteúdo relevante e que ajuda o público na rotina em vez de só tentar vender o produto, há a criação de uma relação de confiança entre as partes. O público se sente amparado e mais próximo da marca.

A partir disso, ele ficará mais propício a ouvir as recomendações e dicas da empresa para suas dores. Aceitando assim, suas soluções mais abertamente.

Além do mais, o Inbound Marketing se baseia na comunicação interativa e aberta, possibilitando entender a opinião do público e suas reações aos conteúdos enviados. O feedback é um grande aliado dessa estratégia de marketing.

Menor custo

Além de diminuir os custos de captação, o Inbound também é mais barato do que outras soluções sem perder a qualidade ou diminuir os resultados esperados. Ele é um investimento com mais eficácia.

Há menos desperdício de recursos financeiros e consequentemente, mais orçamento para aplicar nas táticas que funcionam de verdade.

Alta taxa de conversão

Outra grande vantagem do Inbound Marketing é a grande taxa de conversão. As ações tendem a gerar um ROI (Retorno do Investimento) bem maior que as campanhas digitais convencionais. Isso se deve pelas boas práticas e do uso correto das ferramentas.

Ao mesmo tempo que as mídias pagas têm ficado mais caras, assim como os preços dos links patrocinados no Google Ads e Facebook Ads, as práticas de Inbound Marketing custam 60% menos que as ações do outbound marketing.

Como funciona o Inbound Marketing?

O Inbound Marketing é composto por um processo de operação formado por 5 etapas. Cada uma delas é essencial para o correto funcionamento da estratégia e para o alcance do resultado positivo. São elas:

Atrair: Captar clientes para conseguir tráfego qualificado para os seus canais digitais. Por isso, a primeira etapa é fazer com que estranhos se tornem visitantes regulares pelos conteúdos relevantes.

Converter: Converter o máximo desses visitantes em leads, isto é, transformá-los em oportunidades reais de venda para o seu negócio.

Relacionar: Nutrição dos leads com conteúdos relevante, email marketing e automações, tudo isso avaliando quem está no estágio certo para fechar uma venda.

Analisar: Verificar as métricas de resultados e programar melhorias.

Encantar: a relação com o cliente não termina depois da compra, por isso, é preciso cativá-lo durante todas as etapas a fim de que ele promova a marca, capte mais clientes para o seu negócio e continue sendo cliente fixo.

Entenda Como o Big Data pode ajudar o Marketing Digital.

Ferramentas do Inbound Marketing.

Agora que você já entende um pouco mais do Inbound, conheça algumas das ferramentas que colocam está entre as melhores estratégias de marketing digital hoje em dia.

Como o Inbound marketing é baseado na criação de conteúdo relevante gratuito, ele é transmitido nos blogs associados ao site da empresa, nas mídias sociais como Facebook, Instagram, YouTube, Twitter e em emails marketing. Além disso são utilizadas ferramentas estratégicas de SEO – Search Engine Optimization, Landing Pages, automação de marketing, e de análise de métricas.

O principal mecanismo de análise de métricas é o Google, com o Google Analytics. Essa ferramenta é gratuita, completa e ideal tanto para quem está iniciando agora quanto para quem já é experiente em Marketing Digital.

O objetivo do Inbound Marketing não é apenas converter clientes imediatamente. Ele trabalha como estratégia para a captar de Leads para o seu negócio, chamando-os para o seu site, para sua lista de e-mails ou para a rede social, um grupo de pessoas realmente interessado no seu produto ou serviço. A estratégia demanda tempo e estudo aprofundado sobre a própria empresa, dos clientes, dos concorrentes e do mercado em si para garantir resultados satisfatórios para a empresa.

Agora que você já tem uma boa ideia sobre o que é Inbound Marketing, porque não começar a traçar a sua estratégia agora mesmo?

Nós da Brinov Consultoria, sabemos o quanto dar o primeiro passo é difícil, por isso, queremos te ajudar a começar!

Conheça nossas soluções e nossas estratégias. Oferecemos um Diagnóstico Gratuito de Desempenho na Web para você ficar por dentro da sua performance digital.

Saiba os benefícios do CRM para as vendas

Saiba os benefícios do CRM para as vendas

O uso e os benefícios do CRM para a administração dos negócios são temas muito discutidos no mercado. No entanto, há poucas informações sobre a identificação dessas vantagens para a operação de vendas, isto é, como o sistema de fato ajuda na rotina dos vendedores.  

Por mais que os vendedores, por vezes, vejam o CRM como uma dentre tantas outras ferramentas que “complicam” ou “atrasam” seu trabalho por causa dos longos formulários a serem preenchidos como forma de controle do gestor, a ferramenta faz bem mais que isso, e por isso, não deveria ser vista assim!

Poucos são os funcionários que entendem os benefícios adquiridos e o quanto a ferramenta ajuda na ampliação das vendas.

Quer saber como? Continue lendo.

Como o CRM ajuda nas vendas?

Várias são as maneiras que essa ferramenta pode contribuir para a operação de vendas. Veja os benefícios do CRM nesse post.  

Maior organização

A centralização das informações num só lugar e numa única ferramenta é essencial para a manutenção do controle e para maior organização dos contatos.

As ferramentas de CRM armazenam sua base de dados na nuvem e com isso você consegue maior segurança das informações dos seus prospects, como celular, e-mail, tipo de empresa etc., bem como facilidade na visualização das mesmas.

Além disso, com o cadastramento dos contatos no sistema, você consegue organizar melhor suas visitas e os retornos de contato, por exemplo.

No calendário disponibilizado na ferramenta, é possível visualizar os seus compromissos diários e garantir que nada fique para trás, tornando a operação de vendas mais eficaz e segura.

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Redução do desperdício de tempo

Depois de um longo dia de trabalho, cabe aos vendedores realizar algumas tarefas operacionais características do processo comercial, como envio de emails, criar propostas, elaborar orçamento etc.

Tarefas que levam tempo para serem feitas dependendo do mercado e da complexidade dos produtos oferecidos.  Como o CRM centraliza as atividades, ele acaba encurtando o tempo de execução delas para o vendedor.  

A automação de propostas é o mais essencial, pois permite que o vendedor insira os produtos da negociação, dados de contatos e disponibilização do valor final, podendo colocar IPI, ICMS, ST…

Isso garante que os dados sejam preenchidos, bem como a descrição do produto, prazo de entrega ou execução do serviço, em pouco tempo, evitando erros de digitação e retrabalhos.

Notificação das propostas e interações

Com a concentração e compartilhamento das propostas por meio de um link, é permitido que o vendedor receba notificações quando um cliente abre a proposta, além de um histórico com data e hora. Assim, fica fácil garantir o contato com seu prospect em um bom horário conveniente.

Além do mais, é possível realizar uma interação com o cliente pela da página da proposta, facilitando o esclarecimento de dúvidas e alinhamento.

Por fim, o trabalho diminui o atrito entre as partes e melhora a troca de informação. Via internet, o cliente pode aceitar a proposta, com a mesma com validade jurídica.

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Mais dados detalhados sobre os contatos

Os processos comerciais modernos já mostram o quanto você precisa saber sobre seus clientes, ainda mais sobre suas dores. Cada detalhe faz diferença e saber os problemas que os seus clientes precisam resolver é fundamental.

Dessa forma, você deve ter os pontos positivos, os fracos, os que incomodam mais, os que incomodam menos e com isso, conseguir que seu produto ou serviço ajude-o e isso você tem no CRM. Todas essas informações ficam guardadas lá para quando você precisar alinhar o projeto e saber se está de acordo com as expectativas.

Todas essas funcionalidades do CRM aperfeiçoam as vendas e garantem a maximização delas.

Veja também: 3 ferramentas de CRM para otimizar as vendas

Otimize as Vendas com um CRM

Inserir a ferramenta CRM em uma equipe que ainda não está acostumada com o processo, é algo que deve ser feito com paciência, pois isso significa transformar a forma de trabalho dos vendedores e pode levar tempo para criar esse novo “habito”. Contudo, depois que vira habito, os resultados aparecem e o retorno é visível!

Deve-se pensar sobretudo nos benefícios do CRM para os vendedores, para a empresa, para os gestores e para os clientes, facilitando os processos e deixando tudo mais transparente e mensurável.

Mas como achar o CRM ideal? É difícil, não é mesmo?

A Brinov Consultoria pode te apoiar!

Nós sabemos da importância do CRM e estamos aptos para te ajudar a encontrar o melhor para o seu negócio.

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Big Data x Marketing Digital

Big Data x Marketing Digital

Já percebeu que muitos profissionais de marketing se assustam com a palavra ” análise” ? E se vier seguida de “dados”, aí que as coisas pioram! No entanto, isso não deveria ser assim, já que esses termos estão cada vez mais presentes na sociedade e nos negócios.

Vem entender tudo sobre esse assunto e aprender a utilizá-lo na sua empresa. Acompanhe.

O que é Big Data?

Explicando de uma forma básica, Big Data é o conjunto de informações presentes nos bancos de dados de servidores e empresas, que pode ser acessado e possui interligações entre si.

Ou seja, que está disponível na rede mundial de computadores e pode ser acessado remotamente.

Para ficar mais claro, o Youtube é um exemplo de BD, disponibilizando diversos vídeos presentes em um banco de dados disponível para usuários acessarem.

Outro exemplo é  Wikipédia, com textos disponíveis em bancos de dados para consultas online.

Porém, o Big Data não se resume apenas a bancos de dados e informações online.

Segundo a Lisa Arthur, contribuidora da revista Forbes, diversos CMO’s e CIO’s concordam que Big Data é todo e qualquer dado que pode ser coletado sobre uma empresa ou um assunto.

É uma coleção de informações de fontes tradicionais e digitais internos e externos à sua empresa, que representam uma fonte de descoberta e análise contínuas.

Apesar de os meios digitais reinarem quando o assunto é acúmulo de dados, as grandes empresas afirmam que não devem deixar de lado informações de compra e venda, registros financeiros e canais de interação não-digitais, como call centers e até telemarketing.

Tudo isso pode ser fonte de dados para ajudar a sua empresa a crescer.

A história do Big Data

Apesar de o termo Big Data ser relativamente novo, a premissa de reunir e armazenar informações é consideravelmente antiga.

Pense em bibliotecas, por exemplo!

Porém, o conceito ganhou uma abordagem nova no começo dos anos 2000, quando Doug Laney escreveu um artigo que hoje é a definição mais conhecida de Big Data.

Doug separou a ideia em 5 V’s que vamos ver logo abaixo.

A crescente dos dados disponíveis e os modelos just in time de negócio, tornaram indispensáveis uma forma de análise em tempo real de grandes quantidades de dados.

Que é a grande diferença entre aplicar a ideia de BD na sua empresa, e armazenar informações sem qualquer tipo de organização ou análise.

Os 5 V’s

Atualmente, podemos dividir o Big Data em 5 V’s que formam a base para a implementação do conceito em qualquer empresa.

São eles: VolumeVelocidadeVariedadeVariabilidade e Vínculo.

Vamos explicar em detalhes cada um deles abaixo.

Volume

Volume é o ponto de partida para entender o BD.

Os 2,5 quintilhões de dados criados diariamente causa um volume de informações impressionante das mais diversas fontes.

Acompanhamento de leads e clientes, redes sociais, interações em sites e blogs, histórico de compra, cliques e muito, muito mais.

O volume de informações influencia em dois pontos principais: armazenamento e análise.

Com a expansão diária de servidores, ficou muito mais fácil armazenar esses dados, principalmente com a compressão de arquivos e possibilidade de disponibilizá-lo na nuvem.

Já a análise se torna cada vez mais simples, principalmente com o uso de ferramentas próprias para o Big Data.

Velocidade

Dados são transferidos, armazenados e baixados em velocidades altíssimas!

E não estamos falando da velocidade da sua conexão com a internet, mas sim como esse conteúdo é trabalhado, atualizado e expandido rapidamente.

Cada vez mais fontes fornecem dados, o que torna necessário o gerenciamento dessas informações em tempo real, de forma ápida e segura.

Variedade

Dados aparecem com todas as formas, cores e tamanhos. Podem ser planilhas, dados estruturados, ou somente documentos de texto, vídeos e imagens.

É preciso entender as variedades existentes e como cada uma deve ser analisada e armazenada.

Variabilidade

A velocidade e variedade dos dados crescem constantemente, mas, adicionalmente, esses elementos mudam e não são necessariamente consistentes.

Imagine as mídias sociais, como elas vão gerar informações de forma regular?

Elas são totalmente dependentes das ações dos usuários e, mesmo parecendo, não ficamos 24 horas por dia conectados na web.

A ideia de variabilidade também pode ser aplicada a dados diários, sazonais e relativos a eventos específicos, o que gera um grande volume de informações e traz desafios no gerenciamento.

Vínculo

Com um volume tão grande de dados, é muito provável que você perca o controle de tudo na hora que realmente precisar.

Um dos principais motivos disso é a dificuldade de conectar e transformar informações através de diferentes plataformas.

Portanto, é preciso conectar e correlacionar os elementos, criar hierarquias e ligações múltiplas para os dados, ou seja, criar vínculos entre eles.

Por que Big Data foi criado?

O volume incrivelmente alto de informações gerados diariamente – e acumulado de outros anos – passou a ser visto como uma fonte de insights e não só um apanhado de dados.

Logo, foi preciso pensar em um modelo de análise que ajude as empresas a encontrar ideias valiosas no meio de tantos bytes.

O Big Data ajuda empresas a encontrarem oportunidades não só onde elas estão claras, mas em correlações e cruzamento de dados complexos, na decupagem de dados estruturados, não estruturados e multiestruturados.

Como interpretar dados

É muito provável que você já entendeu a importância dos dados para Big Data. Afinal, já falamos sobre eles diversas vezes.

Existe mais de um tipo de dado.

Basicamente, qualquer informação pode ser definida assim, mas existem diferentes formatos que podem facilitar, dificultar ou direcionar a análise feita pelas empresas.

Os dados são divididos em dois tipos: estruturados e não estruturados. Vamos conhecer um pouco mais sobre cada um deles?

Dados não estruturados

Com o passar dos anos, os bancos de dados passaram a interpretar com mais facilidade dados.

Isso aconteceu muito pelo fato de esses bancos armazenarem informações similares, como planilhas, cálculos, funções e números, o que facilita a forma como esse conteúdo é analisado.

Porém, novos formatos chegaram e eles não são tão facilmente interpretados como antes.

Eles são chamados de dados não estruturados, informações que não estão organizadas ou que não são facilmente entendidas pelos bancos de dados tradicionais e formatos conhecidos de dados.

Geralmente, esses elementos são, predominantemente, textos. Metadata de blogs, imagens, e tuítes são exemplos de dados não estruturados.

Dados estruturados (ou multiestruturados)

Em contrapartida, existem dados que são facilmente reconhecidos pelos bancos e facilitam a análise e processamento. Eles são chamados de dados estruturados (ou multiestruturados).

Eles são derivados das interações entre pessoas e máquinas, como aplicações na web e mídias sociais.

Um bom exemplo são dados resultantes do comportamento dos usuários na web – também conhecidos como logs.

É uma mistura de texto, imagens e dados estruturados como formulários ou informações transacionais.

O avanço digital transformou muitos desses dados, trazendo ainda mais formatos para os considerados estruturados.

Com a constante evolução das relações entre marcas, consumidores e plataformas, a tendência é que essas informações continuem evoluindo e se alterando.

Como é o mercado de trabalho para Big Data?

Parece que o medo de números é mais comum do que nós imaginamos.

Brincadeiras à parte, a inserção do Big Data nas empresas gerou a necessidade de profissionais especializados em inferências a partir de dados, principalmente na área de estatística.

Porém, o domínio apenas em estatística não é exatamente a preferências das empresas.

Uma das principais características do BD é a possibilidade de encontrar oportunidades de aumentar as vendas, logo, é preciso que o analista tenha conhecimento da área em que está atuando.

Muito provavelmente, esse é o motivo da existência de diversos MBA’s focados em Big Data, voltados não só para o lado técnico e teórico, mas também abordando temas relacionados à administração, marketing, logística e diversos outros segmentos.

Logo, se você deseja entrar no mercado – ou está a procura de profissionais qualificados – lembre-se que a pluralidade é um dos segredos para mandar bem em Big Data.

Big Data e Marketing: um caso de amor!

Não se engane, marketing (e vendas) podem se beneficiar do Big Data tanto quanto qualquer outro setor. Talvez até mais do que qualquer outro!

Isso acontece porque empresas que baseiam seu marketing em dados – também conhecido como data-drive marketing – dominam o mercado, sem sombra de dúvidas.

Os times de marketing mais eficientes são aqueles que colhem as informações recolhidas através das leads, do comportamento dos usuários e das experiências do time, e as transformam em ações que ajudam a alcançar resultados.

Separamos 5 aspectos do marketing que são favorecidos com o uso de Big Data. Confira!

Interpretação de dados

Empresas que tomam decisões a partir de dados são mais felizes.

É verdade!

Elas são mais felizes por que essas resoluções são baseadas em análises, dados e relatos que ajudam na sua eficiência.

Uma decisão tem mais chances de trazer os resultados esperados quando é baseada em dados que comprovam sua eficiência projetada.

Uma pesquisa da KPMG Capital mostrou que 99% dos entrevistados acreditam no Big Data como importante parte da tomada de decisão.

Porém, 85% deles alegam que têm dificuldade em interpretar os dados e apenas 25% aplicam os insights obtidos através da análise.

Logo, é preciso de um profissional capacitado para interpretar devidamente as informações e ajudar a empresa a tomar as decisões certas.

Para essa interpretação, as ferramentas são tão importantes quanto os profissionais.

Em sua maioria, são plataformas de organização e decupagem de dados, que facilitam a inferência deles em um futuro próximo.

Análises de mercado

A intuição e experiência dos profissionais direcionou empresas ao sucesso.

Mas nem sempre o caminho foi tão tranquilo assim. Muitos erros, testes e dinheiro foram gastos no processo.

Muito disso aconteceu porque não é possível adivinhar o que o seu público quer e o Big Data é uma mão na roda nessa hora.

As personas – perfis semificcionais – são indispensáveis para uma estratégia de marketing digital de qualidade, e para criar boas personas você precisa ter informações sólidas sobre o que elas gostam, onde estão presentes e qual conteúdo desejam consumir.

Nessa hora, encontrar padrões de comportamento entre os clientes da sua empresa e como eles atuam dentro do mercado seria bem interessante, não é mesmo?

Análises descritivas de eventos, correlações e ideias geradas a partir dos dados são as fontes de conhecimento que o Big Data fornece para a sua estratégia de marketing.

Experiência de compra

A tomada de decisão de compra pode ser um grande mistério.

O que leva uma pessoa a escolher a sua empresa?

Os motivos podem ser vários e se você está envolvido no mundo do trade marketing, venda direta ou marketing multinível, Big Data pode ser a sua melhor amiga — e talvez você nem saiba.

Analisar esses dados ajuda o seu negócio a encontrar os melhores meios de distribuição para os produtos, técnicas de PDV (ponto de venda) e fornecer a experiência de compra que o cliente espera.

Em mercados multinível, existe uma demanda grande por personalização por parte do cliente e você precisa de conhecimento estratégico para atender as necessidades da sua persona.

Mais fontes de dados para a sua empresa

No início do Big Data, as fontes de dados estavam limitadas a informações geradas por algumas empresas em alguns programas.

Claramente, nós vimos como o volume de referências aumentou exponencialmente ao longo dos anos. E isso não é nem um pouco negativo.

Claro, agora, é preciso ser um especialista para conseguir as estatísticas realmente relevantes a partir dos dados disponíveis, mas, ao mesmo tempo, a variedade desses elementos é cada vez maior.

Twitter, Facebook, Instagram e diversos aplicativos fornecem dados diariamente.

Um varejista pode utilizar dados meteorológicos para comprar os produtos certos na hora certa.

Um organizador de eventos pode escolher a melhor data para uma ação através da previsão do tempo, e assim por diante.

Todas as fontes de informação ajudam a sua empresa a tomar as melhores decisões, encontrar as melhores soluções para seus clientes e impulsionar as vendas.

Os logs da web foram expandidos e se tornaram o conteúdo das redes sociais, dados de ferramentas de BI (Business Intelligence), relatórios, indicadores macroeconômicos e muito mais.

Cada vez mais fontes fornece informações relevantes para empresas.

Automação de marketing

A nossa velha conhecida automação de marketing não é só indispensável para estratégias de marketing de conteúdo e inbound marketing de sucesso.

Elas são mais fontes de dados e também fazem análises interessantes para as empresas.

Se pensarmos bem, as plataformas de automação armazenam informações sobre o usuário, características de comportamento, e até métricas de rendimento de campanhas e ações.

Logo, é mais uma parte do Big Data altamente relevante para a sua empresa.

Além disso, são ferramentas com muitas integrações e que te ajudam a ter uma visão cada vez mais ampla do material que você tem disponível para análise.

Big Data Analytics

Com certeza você já percebeu que é preciso analisar para crescer. Aliás, foi esse fato que motivou tanto o crescimento do conceito de Big Data.

Logo, o lado analista não pode ser deixado de lado.

Big Data é o conjunto dos dados dentro dos bancos, já Big Data Analytics é colocar a mão na massa e encontrar os insights sobre tendências do mercado, comportamento dos consumidores e suas expectativas.

O que é o analytics faz é pegar todas as fontes de dados que nós já vimos anteriormente – a matéria-prima de tudo – e criar as correlações, inferências e vínculos entre as informações.

Assim, é possível encontrar as métricas relevantes para a sua empresa, usar números para tomar decisões e criar estratégias mais eficientes.

Identificando padrões

Padrões são bem importantes.

Os padrões da sua audiência te ajudam a montar a sua persona, usuários que se comportam de forma similar e se tornam clientes dão insights sobre as ações que você deve executar para conquistar mais clientes desse tipo.

O remarketing é um bom exemplo desses padrões e análises. Depois de se interessar por um livro, quantas ofertas semelhantes você já recebeu após isso?

Essa é uma das aplicações do conhecimento obtido através desse diagnóstico.

Concorrência

Conhecer e entender o que a sua concorrência está fazendo é bem importante para o sucesso do seu negócio.

Não necessariamente você vai atacar todos os seus competidores, mas a verdadeira vantagem está em aprender com os erros deles.

A análise de dados é uma excelente ferramenta para encontrar os melhores caminhos à serem percorridos, tomando como base as ações dos seus concorrentes que não apresentaram os resultados esperados.

Grande parte desses insights vem do comportamento do seu público e te ajuda a criar promoções específicas para o seu mercado.

Não se engane, marketing e vendas podem se beneficiar do Big Data tanto quanto qualquer outro setor. Talvez até mais do que qualquer outro!

Isso acontece porque empresas que baseiam seu marketing em dados – também conhecido como data-drive marketing – dominam o mercado, sem sombra de dúvidas.

O analyticsestá cada vez mais presente no dia a dia de diversos segmentos e um dos principais motivos para isso é o crescimento constante do Big Data.

Você sabia que 2,5 quintilhões de dados criados diariamente causa um volume de informações impressionante das mais diversas fontes chamado de Big Data?

Big data analytics no marketing e vendas

Métricas são importantes para ambos os times.

O marketing precisa entender quais ações estão gerando mais resultados — gerando mais leads, quais tem o melhor ROI quais atraem mais tráfego — e o time de vendas precisa encontrar as ações e processos que convertem mais leads em clientes.

A análise já faz parte do dia a dia da maioria desses times e se não faz parte dos times da sua empresa, é hora de começar!

Big Data ajuda as empresas a entender padrões de comportamento e de respostas às ações realizadas.

Muitas empresas usam essa análise para reduzir o seu Custo de Aquisição por Cliente (CAC), customer lifetime value (CLTV), otimizar preços, descontos e muito, muito mais.

O segredo das empresas de sucesso é tornar o Big Data Analytics uma parte ativa do cotidiano  dos times.

O Walmart critou o Walmart Labs, que ajuda a empresa a criar ferramentas de relacionamento com o público através dos dados colhidos sobre os clientes.

O MIT utilizou o MIT Media Lab para mapear quantas pessoas se encontravam no maior centro de compras dos EUA em um determinado momento, durante a Black Friday.

A Nike utiliza o seu app de corrida para incentivar seus usuários a praticarem esportes e compartilharem nas redes sociais, e ainda recolhe diversas informações relevantes para o negócio.

Bem interessante, não é?

Conclusão

A ideia de Big Data procura transformar tudo o que as empresas coletam no dia a dia de seus clientes — em forma de dados e informações — em oportunidades valiosas para o negócio.

Afinal, com tanto conteúdo disponível — tanto dos seus próprios clientes quanto de visitantes e desconhecidos — não aproveitar essa chance de melhorar a sua empresa realmente não é a melhor opção.

Agora que você já sabe o que é Big Data, o que acha de conhecer mais sobre o assunto? A Brinov Consultoria está apta para ajudar a sua empresa a entender como as soluções de Big Data pode gerar resultados financeiros.

Como o Big Data pode ajudar o Marketing Digital?

Como o Big Data pode ajudar o Marketing Digital?

O que é Big Data e como ele pode auxiliar nas ações de Marketing Digital das empresas? Confira essa e outras dúvidas nesse artigo da Brinov Consultoria.

Nos dias de atuais, saber o que é Big Data é um passo fundamental para conseguir entender sobre os rumos do marketing digital. Isso porque o conceito está cada vez mais inserido na rotina dos profissionais dessa área e nas empresas das mais diferentes áreas.

E não é à toa: Captar e entender os dados dos usuários é um diferencial essencial para as organizações que almejam mais competitividade no mercado.

Para facilitar, preparamos este artigo explicando que é Big Data e como ele se relaciona com o marketing digital. Veja!

Mas, afinal, o que é Big Data?

De modo geral, podemos definir o Big Data como uma imensa quantidade de dados disponíveis nos mais diversos ambientes que podem afetar diariamente os negócios.

O objetivo é captar esses dados, que na maioria dos casos, estão dispersos ou podendo estar estruturados em planilhas, e transformá-los em informações relevantes.

Com essas informações, os gestores podem ter insights que baseiam as ações e o planejamento estratégico dos seus negócios.

E como o Big Data auxilia o Marketing Digital?

Não são apenas as grandes corporações, que podem se aproveitar do potencial trazido pelo Big Data. Qualquer empresa, independentemente do tamanho, pode e deve se beneficiar com isso, principalmente aliando ao Marketing Digital.

Essa parceria entre Big Data e Marketing Digital se iniciou naturalmente. Isso porque o ambiente virtual é favorável à captação de informações dos clientes. Cada visita, clique, curtida e rolagem de tela geram uma centena de dados sobre o comportamento do usuário que realiza a ação.

Dessa forma, é possível captar os dados e usá-los, pelo Big Data, e ver os resultados das ações propostas, por meio do Marketing Digital. Essa é uma oferece às empresas uma série de vantagens. Entenda alguma delas:

Mensagens personalizadas

Com a análise do perfil do seu cliente e seus hábitos de comportamento, é possível enviar mensagens personalizadas ou até mesmo, individualizadas.

O Big Data pode auxiliar na criação de mensagens específicas para canal da empresa, sejam redes sociais, emails marketing, newsletter, SMS e qualquer outro meio.

E mais, ele cria a possibilidade de enviar essas mensagens em momentos específicos do lead, respeitando o funil de vendas até o momento da oportunidade de negócio ou compra. Isso ocorre porque com a utilização do Big Data a segmentação é realizada com os dados específicos do usuário e não com as informações de uma amostragem externa. O resultado é um índice maior da conversão dos prospects e da fidelização da carteira dos clientes atuais, tendo em vista que as mensagens personalizadas criaram um vínculo desse público com a sua organização e eles se identificarão mais com ela.

Identificar comportamentos

Se o Big Data permite definir as estratégias de ações a serem implementadas e a verifica os resultados, ele também possibilita a identificação dos comportamentos futuros do seu público-alvo. Isto é, você poderá identificar os caminhos que o seu mercado está tomando e planejar as diversas ações da sua empresa para se adequar a esse movimento.

Os dados captados pelo Big Data ajudam, por exemplo, na identificação dos produtos aos quais o cliente está mais propenso a comprar no momento, quais são as suas marcas preferidas, qual o momento ideal para fazer promoções, entre muitas outras possibilidades.

A ideia é fazer a sua empresa estar preparada para os eventos que acontecerão no futuro, como as sazonalidades nas vendas e a retenção dos clientes.

Vale lembrar que o Big data pode auxiliar em praticamente todas as áreas da empresa, como a administrativa, a financeira e a gestão de pessoas

Testar campanhas

Todo profissional de marketing, passa pela chata situação de planejar uma campanha, definir as metas e, na análise dos resultados, verificar que ela não foi tão bem.

O Big Data também ajuda nessa situação, já que é possível usá-lo para fazer testes virtuais nas campanhas antes de divulga-las.

Mas como?

Os sistemas pegam os dados do público em tempo real e simulam qual seria a reação das pessoas a dada campanha. Com isso, os riscos de os resultados não serem como os esperados diminuem, já que alguns ajustes são realizados antes do lançamento.

Tudo fica mais barato e seguro, não é?

Agora que você já entendeu as vantagens de aliar o Big Data ao Marketing Digital, é hora de por a mão na massa e aplicar todas essas funcionalidades.

Quer implementar o Big Data nas ações estratégicas da sua empresa, mas não sabe como ? Fale com o time de consultores da Brinov Consultoria.

A Brinov Consultoria oferece soluções de Automação de Marketing, Otimização de SEO, Big Data para vendas e muitos outros serviços para você otimizar seus resultados. Acesse o site e saiba mais.

3 ferramentas de CRM para otimizar suas vendas

3 ferramentas de CRM para otimizar suas vendas

Com o mercado mundial cada vez mais competitivo, não se pode deixar os processos gerenciais presos às ferramentas obsoletas e que não ajudam a administrar os clientes de forma moderna e eficiente. Nesse contexto, entender a importância das ferramentas de CRM e seus diferenciais é ideal para ter sucesso nos negócios.

Está precisando administrar melhor seus clientes? Acompanhe.

Você saberia dizer qual é o bem mais valioso da sua empresa?

Se você pensou em produtos ou equipamentos, está enganado. O maior ativo de um negócio é sua carteira de clientes, ou seja, se você não a priorizar, o futuro do seu empreendimento pode estar comprometido.

Então ..

Na era do desenvolvimento digital, construir e manter um relacionamento com quem compra seus produtos é questão de sobrevivência. Por isso, usar ferramentas digitais, como o CRM, fazem toda a diferença.

Talvez você não saiba muito bem do que se trata essa ferramenta e pensando nisso, listamos o Top 3 das ferramentas de CRM disponíveis no mercado e seus benefícios.

Pronto para começar? Então continue lendo e confira..

O que é CRM?

Antes de saber o Top 3 das ferramentas disponíveis, é importante entender o objetivo de uma plataforma de CRM e seu conceito.

CRM é a sigla para Customer Relationship Management, traduzido do inglês como Gestão de Relacionamento com o Cliente. O principal propósito das plataformas de CRM é alavancar seu negócio por meio de estratégias e sistemas focados no gerenciamento e na satisfação dos clientes. Essa tecnologia oferecer insights sobre seu público alvo, ajuda a captar e organizar os dados dos seus leads e conseguem automatizar certas tarefas para unir as estratégias de vendas com o público específico.

Saiba também como aliar tecnologia às estratégias de mercado.

Agora que já entendemos como essas ferramentas funcionam, conheça o Top 3 das ferramentas de CRM:

#1 PIPEDRIVE

O Pipedrive é um sistema de CRM utilizado por mais de 75 mil empresas em todo o mundo. Esse sistema guarda as informações dos clientes de forma centralizada, mantém o histórico de contatos dos leads em diferentes canais, como telefone, e-mail e chat online.

Além disso, ele acompanha o histórico de compras, antecipa as demandas e pode ser acessado de qualquer dispositivo móvel.

A plataforma oferta informações e relatórios de vendas, podendo criar, personalizar e filtrar painéis de vendas visuais para acompanhar suas metas. E mais, você consegue dominar a conversão, o desempenho da equipe e descobrir os melhores padrões para acelerar o progresso.

Conheça o PIPEDRIVE e teste gratuitamente.

#2 PLOOMES

A Ploomes oferece três soluções em uma única ferramenta integrada, sendo estas CRM, Funil de Vendas e Automação de Propostas. Seus serviços de CRM centralizam sua base de clientes e mantem seus dados atualizados e disponíveis para toda equipe.

Com essa ferramenta de CRM você organiza dados cadastrais, histórico de interações, compras, orçamentos solicitados e ainda e obtem insights sobre a melhor forma de atender seus clientes. Além disso, poderá gerenciar as tarefas da equipe de forma profissional, recebendo alertas por e-mail sincronizando com o Google Calendar.

E mais, por meio de indicadores disponíveis nos recursos de funil de vendas, você pode acompanhar seu desempenho de forma visual. 

Saiba mais sobre o PLOOMES e faça um teste grátis

#3 SALES CLOUD

O Sales Cloud é o CRM de vendas da Salesforce. A plataforma automatiza tarefas, integra a gestão das áreas de vendas, marketing e atendimento ao cliente. Com ele você acompanha as informações de vendas e as interações com seus clientes em um só lugar com a opção produzir relatórios customizáveis.

Com essa ferramenta de CRM você vê de qualquer dispositivo todas os dados até o desempenho da equipe para conseguir vender mais. Além de fornecer insights inteligentes.

Agora que você já conheçe o Top 3 das plataformas, acesse o site da Brinov Consultoria e encontre a melhor solução de CRM para o seu negócio.

A Brinov está apta para ajudar sua empresa a crescer!

Facebook entrar página inicial

Facebook entrar página inicial

Se seu objetivo é começar a ganhar dinheiro com o Facebook, este artigo foi criado para você!

Definir na página do facebook na sua página inicial é uma excelente dica para começar!

Ok, nós entendemos, seu objetivo é entrar direto na página inicial do Facebook, certo? Perfeito, aqui vai: https://www.facebook.com/.

Agora, se você realmente chegou aqui por ter feito buscas no Google como “Facebook entrar pagina inicial”, acompanhe este post até o final que vamos lhe ensinar!

Facebook entrar página inicial?

Afinal, apesar de existirem outras redes sociais de sucesso como Instagram, Twitter, Pinterest, Snapchat e Linkedin, o Facebook ainda é a líder de todas!

Globalmente, ele tem 2,2 bilhões de usuários mensais. Com isso, a rede social supera o WhatsApp, da própria empresa. O aplicativo de mensagens tem 120 milhões de usuários ativos no Brasil e 1,5 bilhão no mundo, portanto, seja qual for o público que você queira atingir, seguramente ele está no “Face”.

Quero colocar o Facebook como minha página inicial

Para estar atento ao Facebook, é importante que ele seja a primeira página a ser aberta pelo navegador do seu computador, certo? Siga as etapas abaixo para configurar o face no google chrome.

Como colocar o Facebook como página inicial no Google Chrome

Ao clicar nos três pontinhos na vertical que ficam ao lado da barra de endereços, vá em “Configurações” e em seguida, procure por “Aparência”, clique em “Mostrar botão Página Inicial”, opte por “Digite o endereço da web personalizado”. Nele, redija https://www.facebook.com/.

Como colocar o Facebook como página inicial no Firefox

Ao abrir o Firefox, clique nas três linhas verticais que ficam ao lado da barra de endereços, e clique em “Opções”. Dentro de “Geral”, procure por “Página inicial”, digite https://www.facebook.com/ e aperte “enter” para salvar.

Como colocar o Facebook como página inicial no Internet Explorer

Com o Internet Explorer aberto, selecione o botão “Ferramentas” e, em “Opções da Internet”, vá a “Home Page” dentro da guia “Geral” e especifique a URL https://www.facebook.com/ para defini-la como página inicial. Selecione aplicar e clique em “OK”.

Se você já possui uma conta, pule a próxima etapa, caso não siga em frente!

Como posso me cadastrar no Facebook

Agora que você já colocou o Facebook como sua página inicial, é hora de criar uma conta na rede. É necessário que você cadastre o seu nome completo, email ou telefone, data de nascimento e crie uma senha para dar início ao seu perfil.

Agora, toda vez que você quiser entrar, basta fazer o login com seu email ou número de celular e a senha, adicionar amigos, curtir página e fazer parte de grupos são algumas das ações que você pode fazer para ver conteúdo de seu interesse na timeline.

Sempre bom frisar que um perfil no Facebook é diferente de uma fanpage, mas, lembre-se, não basta ter uma conta para ter resultados, é preciso também saber anunciar no face!

Agora vamos ao que interessa!

Os anúncios do Facebook oferecem oportunidades de alcance quase ilimitadas para seus produtos e serviços. Além disso, ele faz o melhor para mostrar os anúncios mais relevantes para o seu público, a fim de tornar o conteúdo mais atraente.

As ferramentas de segmentação permitem cobrir qualquer estágio do seu funil de vendas, visando impressões de anúncios, geração de leads e otimização de vendas.

A rede de publicidade do Facebook tem um alcance de público impressionante.

Aqui está uma breve visão geral de onde você pode exibir seus anúncios do Facebook:

  • Facebook: o público diário do Facebook é de 1,52 bilhões de usuários, com 2,3 bilhões de usuários mensais ativos. Isso garante que quase todas as empresas possam encontrar pessoas interessadas em seus produtos ou serviços.
  • Instagram: em 2018, o Instagram atingiu 1 bilhão de usuários em todo o mundo, de acordo com a pesquisa da Statista. A plataforma está se movendo ativamente em direção a uma infraestrutura de comércio eletrônico e já é uma boa vitrine para as empresas e seus produtos. O crescimento constante do Instagram oferece oportunidades quase ilimitadas em termos de conexão visual com seu público.
  • Facebook Messenger: De acordo com as estimativas, o Facebook Messenger tem acesso a 1,3 bilhão de usuários em todo o mundo.
  • Rede de Parceiros do Facebook (Audience Network): a Rede de Parceiros, o Audience Network,  torna seus anúncios visíveis aos parceiros de publicidade do Facebook, incluindo Tinder, Cut the Rope etc.

Adequado para todos os anunciantes

Os anúncios do Facebook podem alcançar os mais diferentes objetivos de marketing, incluindo desempenho, marca e crescimento da comunidade.

  • Tem um site ou página de destino onde coleta leads, você tem acesso a mais de 15 formatos de anúncios diferentes e muitas opções de otimização de anúncios.
  • não possui páginas de destino, pode coletar dados de leads diretamente nos anúncios do Facebook usando o formato Lead Ads e obter leads enviados diretamente para seu Messenger, CRM ou e-mail.
  • administra uma loja online, faça o upload da sua lista de clientes e inicie campanhas dinâmicas de remarketing.
  • Promova suas páginas de empresa no Facebook e Instagram com a oportunidade de otimizar seus anúncios com base em curtidas e compartilhamentos.
  • Para tornar sua marca mais reconhecível, você pode visar impressões e configurar campanhas em vídeo.

Opções precisas de segmentação

O Facebook coleta muitos dados do usuário, o que permite adaptar sua publicidade com precisão para um público específico.

Estas são as principais ferramentas de segmentação do Facebook disponíveis para os anunciantes:

  • Públicos Semelhantes. O Facebook oferece uma das melhores opções de segmentação destinadas a públicos semelhantes aos seus usuários atuais. Tudo o que você precisa fazer é carregar os telefones ou listas de e-mail dos clientes e obterá um público de qualidade com características detalhadas. Além disso, você também pode criar um público semelhante a partir dos seus seguidores.
  • Otimização baseada em conversão. O sistema fará o possível para exibir seus anúncios para usuários com alta probabilidade de converter uma conversão em cliente. Para usar essa ferramenta, você precisa instalar o Facebook Pixel no seu site, configurar dados de eventos, transferir para sua conta do Facebook Ads e escolher esse método de otimização.
  • Audience Insights. Essa ferramenta permite criar públicos de qualidade. Você pode analisar seus públicos com base em interesses específicos, encontrar recursos sobrepostos com outros segmentos de usuários ou criar seus próprios segmentos com base em todos os públicos, estejam eles conectados à sua página de empresa ou não.

Automação e recursos adicionais

Aqui estão mais 6 ferramentas de anúncios do Facebook que ajudarão você a automatizar seu marketing e aumentar sua eficiência:

1. Mais de 10 tipos de posicionamentos e algoritmos de otimização baseados em posicionamentos estão disponíveis. Por exemplo, se você escolher canais automatizados, o Facebook priorizará plataformas com uma taxa de eficiência mais alta. Se o seu feed do Instagram fornecer conversões mais baratas que o seu feed , os Anúncios priorizarão o posicionamento do Instagram.

2. Você pode usar alguns formatos específicos de anúncios como se fossem uma página de destino. Eles têm uma velocidade de carregamento maior, o que aumenta as taxas de conversão:

  • Geração de Cadastros – formato de anúncio especial que permite aos anunciantes coletar dados de leads em potencial no Facebook usando formulários de leads personalizáveis. Os dados do lead serão armazenados no Facebook, enviados ao seu CRM ou diretamente à sua caixa de entrada, se você usar as ferramentas do eLama.
  • Oportunidade de redirecionar usuários em potencial de um anúncio para o WhatsApp ou o Facebook Messenger.
  • Experiência instantânea (ex Canvas) – um formato de anúncio que permite aos anunciantes criar postagens do tipo landing no Facebook. Disponível apenas em dispositivos móveis.

3. Teste A/B. Essa ferramenta permite que você teste seus conjuntos de anúncios, distribuindo igualmente o tráfego entre seus anúncios, isso permite que você identifique os anúncios com melhor desempenho e compare a eficiência dos anúncios. O processo é totalmente automatizado e permite testar diferentes imagens, posicionamentos e públicos.

4. Criativo dinâmico. Criação e otimização automatizadas de combinações de criativos, cópias e cabeçalhos de anúncios, visando a máxima personalização do conteúdo.

5. Plataforma e ferramentas intuitivas para simplificar a criação e o lançamento de anúncios, por exemplo, editor de vídeo embutido e galeria de imagens.

6. Painel de análise integrado com recursos avançados, incluindo análise de funil, conversões, modelo de atribuição.

Uma pequena lista de verificação para quem deseja testar os anúncios do Facebook

Não é tão difícil começar a anunciar no Facebook, afinal, você pode conferir a gravação do nosso webinar, abordando os conceitos básicos de um lançamento de campanha bem-sucedido.

Aqui está uma pequena lista de verificação para anunciantes iniciantes:

  • Instale o Facebook Pixel no seu site, este é um passo fundamental, além disso, verifique está funcionando corretamente!
  • Crie uma campanha com o objetivo de Conversões e três tipos de segmentação: Semelhante, Interesse e Remarketing. Configure a segmentação de exclusões mútuas para evitar sobreposição de público.
  • Use posicionamentos automatizados para permitir que os algoritmos encontrem os posicionamentos mais eficientes para seus anúncios.
  • Use o criativo dinâmico e utilize diferentes cópias de anúncios, imagens e propostas de vendas exclusivas.
  • Lance suas campanhas e acompanhe os resultados.

Conclusão

Considerando o atual nível de automação dos anúncios do Facebook, nosso principal objetivo como anunciante é ensinar o sistema a encontrar nosso público-alvo. O Facebook já fornece muitas ferramentas para ajudá-lo a fazer isso. Certifique-se de aproveitar as últimas tendências. Há apenas um ano, o formato de anúncio do Instagram Stories estava em fase de teste. No momento, é uma das principais ferramentas de publicidade para muitas empresas com CPM superior aos anúncios do Instagram Feed.

O que vai acontecer a seguir? O Facebook está trabalhando em um ecossistema de mensagens unificadas para o Facebook, Instagram e WhatsApp. A gigante das mídias sociais definitivamente desenvolverá seus negócios de publicidade na mesma direção.

O Instagram também está se tornando uma vitrine para empresas de comércio eletrônico com novas ferramentas destinadas a uma experiência de compra conveniente dentro da própria plataforma.

Caso esteja precisando realizar um upgrade no Marketing Digital da sua empresa, entre em contato com o time da Brinov Consultoria.

5 dicas para prospectar novos clientes.

5 dicas para prospectar novos clientes.

Confira 5 dicas para prospectar novos clientes e aumentar as vendas da sua empresa.

Prospectar novos clientes para aumentar as vendas não é uma tarefa simples. Isso se deve a grande concorrência vista no mercado atual, no qual encontra-se uma infinidade de oportunidades e ofertas que disputam lado a lado a atenção de um público cada vez mais disperso.

Para começar a pensar numa solução, a empresa que deseja prospectar clientes e ganhar destaque no mercado deve, primeiro, criar um planejamento de vendas no qual se estabeleça uma estratégia objetiva para captar seu público específico, conhecido como persona ou cliente ideal e saber o grau de afinidade dele com os produtos/serviços oferecidos.

Na maioria das empresas, a prospecção acontece de forma tradicional, conhecida também como outbound. E isso quer dizer que, ao contrário do inbound, que aguarda a ação do lead (feito por meio de conteúdos digitais), o outbound preza pela busca ativa, no qual a empresa vai até o lead fazendo o primeiro contato.

Tal processo, chamado de pré-venda é feito por um Sales Development Representative (SDR) ou por um Business Development Representative (BDR), profissionais da equipe comercial responsáveis pela qualificação e pelo contato inicial com os leads. Após a abordagem, eles conseguem mensurar as dores do cliente potencial e saber se esse possui “fit”, compatibilidade com o produto/serviço oferecido pela empresa.

Para segmentar e pré- qualificar o lead que se deseja captar, pode-se usar a Inteligência de Vendas. Além de obter informações relevantes que ajudarão os profissionais do time de vendas a delimitar o fit, essa pesquisa contribui para organizar as ações.

A empresa necessita de uma equipe que entenda os processos listados para evitar desperdícios de tempo e de recursos para conquistar novos contratos

Para ajudar, separamos 5 dicas para uma prospecção de sucesso! Continue lendo.

1- Utilize um mix de meios e cadencie seus contatos.

A ligação é a forma de contato mais utilizada para se comunicar com os leads.

O SDR, além de realizar a ligação, deve prestar atenção a cadência criando um cronograma e planejando as diferentes possibilidades de contato em períodos determinados.

OBS: Não há uma regra geral que determine quanto tempo se deve trabalhar um lead, mas calcula-se uma média de 15 dias. Caso o não obtenha retorno, o lead pode ficar congelado por dois a três meses para o próximo contato.

Entenda tudo sobre Transformação Digital

2 – Não esqueça dos e-mails

O email marketing é a forma de comunicação mais utilizada atualmente pelas empresas para conseguir prospectar clientes. Nesse meio deve-se:

  • Gerar interesse – o assunto do e-mail deve ser personalizado;
  • Entregar conteúdos diferentes –  não envie apenas conteúdos institucionais. Mande conteúdos ricos que produzam interesse, como cases de sucesso, e soluções para as dores.
  • Ser pessoal – evite mensagens genéricas;
  • Ter um “Call to Action” – ao final, não esqueça de deixar uma pergunta ao lead que possa dar andamento ao contato. Se já estiver no fim da régua de relacionamento e não obtiver retorno, pode ser um email de agradecimento e finalização do contato.

A Brinov Consultoria pode te ajudar a otimizar suas vendas. Saiba mais.

3 – Mapeie as próximas ações

Conseguiu fazer contato? Ótimo, agora você precisa nutrir o interesse do lead até o agendamento de uma apresentação. Para isso, é preciso:

  • Ser curioso e questionar sobre as possibilidades de dias e horários para o agendamento;
  • Utilizar rapport (ganhar empatia), gatilhos mentais e/ou outras estratégias de vendas;
  • Estabelecer prazos para dar continuidade ao contato (follow up, negociação, envio de apresentação).

4 – Estabeleça KPI’s

Os KPI’s (Key Performance Indicator) não devem ser encarados como uma forma de cobrança do gestor. Eles são importantes para entender o desenvolvimento da estratégia. Por essas métricas, o SDR e seus gestores podem avaliar o que tem dado certo e o que não tem para ajustar a estratégia. Os KPI’s mais usados são as quantidades de:

  • ligações;
  • envio de e-mails;
  • novas empresas abertas;
  • agendamentos realizados.

5 – Seja organizado

É essencial separar um tempo para planejar a prospecção e não deixar de cumpri-la com qualidade. Para isso, siga os itens abaixo:

  • Estabeleça horários para prospectar;
  • Organize sua agenda;
  • Faça uma lista de atividade;
  • Faça uma coisa de cada vez;
  • Evite distrações desnecessárias;
  • Organize seu próximo dia.

Para saber mais sobre como melhorar as vendas, acesse o site da Brinov Consultoria e fale com um consultor.

Era Digital: O que é e como se preparar ?

Era Digital: O que é e como se preparar ?

Muito se fala sobre transformação digital, porém focaremos na aplicação em nosso cotidiano


Para se preparar a Era Digital, o primeiro e valorizar a importância das ferramentas para transformação digital, é preciso entender que elas devem atender necessidades diferentes das de tempos atrás. É uma lógica simples, quando partimos da visão de que elas se aplicam na construção de uma realidade nova, mas que pode ser difícil enxergá-las quando estamos envolvidos com a rotina diária.

Por mais bem-sucedido que seja o negócio e por mais que ele esteja amparado pelo uso de tecnologias, ferramentas e uma equipe de excelência, esses recursos posicionaram a empresa até o momento, mas isso não significa que eles serão suficientes para mantê-la no mesmo patamar ao serem projetados no futuro.

Esse é um tema para pensar e não pretendemos esgotá-lo nesta postagem, mas nos pareceu fundamental iniciá-la provocando essa reflexão para que, ao analisar as ferramentas abaixo, você as veja como sementes de um futuro promissor para o seu negócio. Continue a leitura e entenda!

Modelos de negócios

A base da construção desse futuro pode ser percebida no modelo de negócios adotado. É ele a ferramenta que permite definir quem são os clientes, quais os canais de acesso a eles, qual a proposta de valor, a estrutura necessária para entregá-la e como a empresa obterá lucro.

Os antigos modelos de negócio são, para a empresa, como códigos de programação são para softwares: regras de ações. No caso das organizações, elas são determinadas pela cultura presente na equipe ao gerenciar processos e definir estratégias.

Para manter a relevância da empresa no cenário atual e no futuro (mutável, digitalizado e altamente dinâmico), é preciso repensar o modelo com base em uma cultura coerente com o mundo atual e outro que ainda está sendo construído.

Nessa realidade, produtos e tecnologias continuam importantes, mas como ferramentas para entregar uma solução de valor, de modo que a competitividade é determinada muito mais pela forma como elas são disponibilizadas: com novos modelos comerciais e de relacionamento.

Digital Capability Framework

Para o nosso objetivo com este texto, importa entender que a transformação exige competências específicas que precisam ser construídas.

O Digital Capability Framework (DCF) descreve os principais recursos que as empresas precisam considerar se quiserem abordar sua transformação digital de forma sistêmica, ou seja, considerando os ponto-chave, como eles se relacionam uns com os outros e as variáveis possíveis.

Quando pensamos em transformação digital, é natural observarmos o marketing digital e os canais com o cliente, mas existem outras variáveis influenciando o resultado geral, como a força de trabalho e a eficiência operacional, nas quais as novas competências precisam ser construídas.

Unilever, por exemplo, usou o DCF para identificar e estruturar as áreas que apresentavam gargalos. No caso de uma empresa tão grande, qualquer pequeno erro ou atraso representa cifras astronômicas de prejuízo. Por isso, a ferramenta ajudou, principalmente, a melhorar o controle de informação, a logística, o faturamento e a análise de mercado.

Métodos de inovação

Vamos começar esse tópico relembrando o conceito básico da inovação, que a descreve como a aplicação bem-sucedida de algo novo. Ou seja, “algo novo” é simplesmente uma invenção. Ele passa a se caracterizar como inovação quando é aceito pelo mercado e reconhecido por entregar um valor superior.

Mudanças pontuais podem garantir redução de custos e melhorar a eficiência, mas não adaptam a empresa à transformação digital se não significarem uma inovação real. Por isso, a gestão da inovação é uma ferramenta fundamental no processo.

A inovação precisa centralizar a jornada de transformação. Além disso, deve operar em conjunto com ferramentas utilizadas por cada líder. Embora existam muitos métodos de inovação, nesse contexto, podemos priorizar quatro abordagens:

  • inovação aberta: uso de ideias internas e externas para aprimorar a tecnologia;
  • cocriação: envolve os clientes no processo;
  • scouting: especialistas são encarregados de identificar novas oportunidades de parceria, codesenvolvimento, licenciamento ou aquisição;
  • Design Thinking: baseada em ferramentas do designer para integrar as necessidades das pessoas, as possibilidades da tecnologia e os requisitos para o sucesso empresarial.

Gestão de transformação empresarial

Embora a inovação ajude a alavancar novas soluções, ela pode não ser eficiente sem o gerenciamento efetivo da própria transformação. Pode parecer uma redundância afirmar isso, afinal, a inovação gera transformação. Porém, ela pode ser apenas incremental. Um bom exemplo é a indústria automobilística.

Ela inova todos os anos com alterações de design e novos acessórios, mas a transformação passa por inovações mais estruturais, como o modelo comercial de locação em substituição ao de venda e, num prazo mais longo, os carros autônomos e outras possibilidades que ainda nem pensamos.

Por isso, a Metodologia de Gerenciamento de Transformação Empresarial (BTM²) é uma das ferramentas mais importantes dentre as que citamos neste texto. Ela está integrada ao Framework de Capacidade Digital que já mencionamos no segundo tópico e consiste em quatro fases de transformação:

  • envision: a visualização do cenário futuro;
  • empenho: criação do modelo;
  • transformação: aplicação da transformação;
  • otimização: aprimoramento da transformação.

Disciplinas de Gerenciamento de Transformação Empresarial

Para aplicação da ferramenta, devem ser consideradas algumas disciplinas ou temas. Por exemplo:

  • Estratégia: determinando a direção que a transformação deve seguir;
  • Gestão de valor agregado: para garantir a entrega de valor para o cliente;
  • Análise de riscos: avaliação dos riscos envolvidos na aplicação da transformação;
  • gerenciamento de projetos e programas: gestão dos planos de ação e processos para ativar a inovação;
  • gerenciamento de transformação de TI: garantindo os recursos para habilitar a mudança;
  • Plano de mudanças organizacionais: aplicação de alterações no modelo para viabilizar a inovação;
  • competência e gestão de treinamento: garante as capacitações necessárias para a equipe.

Erros na aplicação de ferramentas de Transformação Digital

Os erros abaixo não são uma declaração de guerra contra as práticas relacionadas, já que elas podem funcionar se aplicadas de uma maneira diferente. Em razão disso, vamos relacionar alguns erros que podem ser observados, merecem nossa atenção e podem se configurar como lições aprendidas.

Caixa de sugestão

Apesar de ser uma ótima iniciativa, as caixas de sugestão nem sempre significam mudanças concretas dentro das empresas. A causa disso é a dificuldade de conseguir que as pessoas se engajem na mudança e, de fato, considerem as sugestões.

Rede social empresarial

A criação de uma rede social empresarial deveria trazer mais benefícios do que de costume. A gestão desse recurso deveria priorizar mais a comunicação entre departamentos, garantindo maior estímulo dos envolvidos com base na colaboração e uma melhor integração entre canais.

Laboratórios de inovação

Grande parte das empresas criou centros internos de inovação. Infelizmente, eles não funcionam de forma perfeitamente integrada com todos os departamentos e, em razão disso, podem não conseguir gerar mais crescimento para a organização.

Cursos on-line

Apesar de simplificar o processo de capacitação e diminuir custos, o baixo comprometimento dos participantes em tirar proveito da ferramenta pode produzir efeitos abaixo do esperado.

Como prometemos no início, nesta postagem, relacionamos algumas das ferramentas para Transformação Digital. Elas são fundamentais para posicionar empresas com competitividade em um cenário futuro.

Porém, como você deve ter observado, há muito que conhecer sobre a aplicação de cada uma delas para alcançar resultados satisfatórios. Dedicar-se a buscar esse conhecimento é uma atividade importante a ser incorporada à nossa rotina.