Auditoria de Site : Saiba como Funciona

Auditoria de Site : Saiba como Funciona

Auditoria de Site: Essa pode ser a atividade que está faltando para seu negócio alcançar as primeiras posições nas páginas do Google!

Ficou interessado? Saiba tudo sobre esse serviço da Brinov.

De quanto em quanto tempo você verifica as páginas do seu website? Com que frequência você reconhece os erros, aplica melhorias e gera otimizações que ajudam na ampliação da navegabilidade dos usuários e no seu rankeamento no Google? Independentemente da quantidade de acessos que você possui, observar as falhas e repará-las é fundamental para o aumento da performance digital.

Se você tem reparado que as suas páginas na web, não tem gerado muito retorno, então deve ficar atento ao que pode estar dando errado. Algumas práticas que parecem não ter relevância podem te prejudicar.

O que é Auditoria de Site?

A Auditoria de Sites tem como finalidade ofertar uma análise técnica em relação a otimização de um website de forma integral. Ela indica quais são e onde estão os problemas técnicos do site que devem estar impedindo a correta performance de SEO.

Fazer uma auditoria completa em um site é fundamental para conseguir preservar a saúde da sua página. Além do mais, essa verificação garante que você repare os erros antes dos sites de buscas os julgarem, ajuda a manter o tráfego orgânico e uma boa experiência para o usuário.  

Você pode estar pensando: “ Mas eu nem sei o que está errado no meu site, como vou corrigi-lo? “ Ou ainda: “Talvez minha empresa não precise disso! Ela é pequena”. Certo?

Vejamos:

Uma coisa é certa:  a auditoria de sites fica mais fácil de ser realizada quando se possui uma equipe especializada em Inbound Marketing e preparada para encontrar esses erros nas páginas da web. Quando se tem disponível e experiente nesse assunto, a reparação dos erros acontece de maneira mais fluida e, consequentemente, o site estará pronto para ser ranqueado no Google mais rapidamente.

Quanto a necessidade de se fazer a auditoria em sites de empresas pequenas ou médias: Extremamente necessário! Qualquer acesso que você possui em seu site é motivo para entregar uma melhor navegação para seu usuário. Toda empresa, independentemente do tamanho, deve estar atenta aos erros em sua página. Afinal, qual não quer estar bem posicionada nas páginas de busca? Nenhuma, não é?

Portanto, quanto antes iniciar, mais cedo os resultados positivos do seu negócio serão vistos e as primeiras posições nos mecanismos de pesquisa poderão ser alcançadas. Você investirá uma menor quantia, terá mais tráfego orgânico e mais usuários agradados com a boa navegação do seu website!

Falamos muito sobre os erros dos sites. Veremos agora alguns deles.

Quais os principais erros encontrados nos sites?

Sites lentos, não responsivos, imagens que não abrem e páginas com tecnologias antigas. Esses são alguns dos erros encontrados nos websites espalhados pela rede.

Falhas assim são muito comuns e podem estar ocorrendo agora em site, sem você saber e bem naquela página que você costumava ter bastante acesso.

Veja alguns dos erros:

URLs sem otimização

É preciso ficar atento às URLs do seu site. URLs com underlines (_) na criação, uso de letras como “ç” e palavras acentuadas levam a inutilização da sua página. Não é aconselhável o registro desse tipo de domínio (com acento ou “ç”), porque alguns programas não são compatíveis com tais caracteres, levando ao erro na visualização do site.

As URL, além de ser o endereço da sua página, anuncia o conteúdo que está nele com uma estrutura básica, facilitando o acesso dos usuários. Portanto, deve verificar os links contidos na sua página, constatar que nenhum está levando para uma página que não existe e focar nos endereços com menos de 100 caracteres, com palavras escritas com letras minúsculas e sempre separadas por hífen.

Conteúdo

O conteúdo é a parte mais importante do seu site e por isso deve ser trabalhado com atenção. Páginas que possuem conteúdo repetido, imagens sem atributo alt, títulos muitos longos e sem links externos podem ser prejudiciais para o rankeamento nos mecanismos de busca.

É preciso, então, apagar as páginas repetidas, garantir que os textos possuam mais que 200 palavras, títulos objetivos e imagens configuradas.

O uso de Tags H1, H2, H3 são importantes! Não esqueça de utilizá-las junto com um texto completo, bem estruturado e sem erros gramaticais.

Site não responsivo

Sites não responsivos também podem empobrecer sua marca e descer sua página para as piores posições do Google.

A maioria das pessoas faz pesquisa pelo celular, portanto, seu site precisa ser “mobile-friendly”, ou seja, amigáveis aos dispositivos móveis, para conseguir mais acesso e melhorar a experiência de quem acessar.

Lentidão no carregamento

A lentidão de um website está relacionada com ranqueamento do mesmo nos sites de busca.

Por isso, é tão importante corrigir o quanto antes.

De acordo com o Profissional de E-commerce, 64% dos usuários saem da página e buscam outro site quando percebem a lentidão. Com esse dado podemos perceber que a lentidão realmente atrapalha a navegação do site e gera uma imagem negativa para a sua marca.

Esse erro no carregamento pode fazer com que os users deixem de visualizar seus melhores conteúdos e diminua o tráfego na página.

Dessa forma, o ideal é usar tecnologias recentes, imagens com boa qualidade e com tamanho razoável, além de evitar códigos não usuais.

Como fazer uma boa Auditoria de site?

Uma auditoria completa leva tempo e, sem a ajuda de uma equipe e ferramentas eficientes, alguns erros podem acabar passando despercebidos.

Então, por onde começar? Primeiro você deve compreender como funciona a estrutura do seu site fazendo o uso de ferramentas que ajudem nesse processo.

Um time de consultores de marketing capacitado e que entendam a fundo sobre Tecnologia da Informação e SEO, é o ideal para esse trabalho.

A Brinov Consultoria oferece o serviço de Auditoria de sites, no qual, com o auxílio de plataformas específicas, faz toda verificação das suas páginas, encontra os erros e sugere quais mudanças irão otimizar seu website. Assim, você resolve as falhas de forma rápida e ainda tem a possibilidade de dispor de uma análise frequente feita por um time qualificado.

É possível visualizar relatórios sobre a saúde do website, observando os erros de navegação, links e códigos.

Agora você já sabe o que é uma Auditoria de Site, o por que dela ser tão importante e quais erros você deve ficar atento, é hora de começar.

Fale com o time de consultores da Brinov e amplie performance digital da sua empresa!

Conheça nossos serviços de Inbound Marketing: Auditoria de Sites, Email Marketing, Automação de Marketing e Marketing de Conteúdo.

5 Tendências do Marketing Digital para 2020

5 Tendências do Marketing Digital para 2020

Conheça as principais tendências do Marketing Digital para 2020.

No início de cada ano, quando são planejadas as ações estratégicas, é comum os gestores de negócios se questionarem: “ Onde devo investir para conseguir otimizar os resultados no digital?

Saber responder essa pergunta é de extrema importância para tomar as melhores decisões e garantir os resultados esperados. Nesse post, você vai conferir as Tendências do Marketing Digital em 2020.

Acompanhe!

Estamos no início de um novo ano e o time de marketing já está se questionando sobre quais serão as tendências do Marketing Digital para 2020. “O que será que vai estourar esse ano? Onde investir para ampliar os resultados? Como planejar as próximas ações?

Muitas são as novidades programadas para esse ano em Marketing Digital, no entanto listamos nesse post aquelas que mais se destacam.

Conheça agora as 5 tendências do Marketing Digital

1. Influenciadores Digitais

Os chamados “ Digital Influencers”, também conhecidos como influenciadores digitais, já conquistaram seu espaço no mundo virtual.  Cada vez mais eles são usados como componentes de divulgação e promoção das marcas, e essa tendência se mantém em 2020.

Eles vieram para ficar e a dica é se manter atento a quem está disparando nas redes e a quem está despencando em interações com seguidores para não perder o orçamento. Além disso, é preciso sempre pesquisar sobre quem tem a melhor identificação com a empresa e com os seus consumidores.

Interessante, não?

Hoje, o Instagram é a número um entre as redes sociais que usam influenciadores. Mas calma, antes de começar a contratar esses profissionais, planeje! Tipo de postagens, quantidade, formatos, linguagem, período de campanha e orçamento são coisas que devem ser acertadas antes de buscar por eles.

Só quando tiver uma lista dos mais interessantes, peça orçamentos para fazer comparações e ter uma ideia da ordem de grandeza de seguidores versus valor do trabalho, para ver em qual vale mais a pena apostar.

Outra tendência dentre das redes para 2020 é o investimento nos micros influenciadores, aqueles que não tem quantidades gigantescas de seguidores, mas possuem grande interações e são relevantes em determinado nicho de mercado.

2. Estratégias de SEO

Mais uma das tendências do Marketing Digital em 2020 é a valorização da atividade de SEO – Otimização de Sites para Mecanismos de Busca, conjunto de técnicas de melhoramento para websites e blogs, com objetivo de alcançar bons posicionamentos orgânicos nas ferramentas de pesquisa, como o Google e o Bing.

No cenário atual do mercado, no qual os custos de mídia estão cada vez maiores, a exposição orgânica ganha mais relevância entre as estratégias de Inbound Marketing, porque além de diminuírem os custos com a mídia paga, o tráfego de busca orgânica é altamente qualificado.

O aprimoramento das técnicas de SEO é a causa para essa tendência. As atualizações dos algoritmos do Google crescem e buscam a adaptação aos hábitos dos novos consumidores e das novas tecnologias disponíveis no mercado, fazendo com que cada vez mais empresas se interessem por essa técnica.

O uso de ferramentas de SEO profissionais também cresce nesse ano com intuito de modernizar ainda mais o processo de pesquisa de palavras chave e monitoramento do rank, já que aumenta o número de variáveis que ditam o posicionamento de um site nas páginas de busca.

3. Marketing Conversacional

Marketing conversacional é a estratégica de marketing para criar diálogos reais e personalizados com o cliente, objetivando transformar usuários em leads qualificados. Ou seja, é a forma mais rápida de conduzir os consumidores pelos funis de vendas, já que a conversa ocorre em tempo real e com o máximo de orientação.

Em 2020, essa estratégia do marketing digital cresce e irá ajudar as empresas a criarem ainda mais relacionamento com os clientes, além de oferecer experiências autênticas para os mesmos.

Os indivíduos buscam respostas rápidas, até mesmo instantâneas, e quanto maior for a eficiência da sua empresa em responde-los, maiores serão as chances de conversão desses consumidores. No momento em que sua empresa entra em contato com cada potencial comprador, ela gera uma personalização. E é isso que os indivíduos buscam: soluções únicas para demandas exclusivas acompanhadas de respostas imediatas.

Os chatbots é a personificação dessa estratégia. Ele fica disponível 24 horas por dia e 7 dias por semana e isso garante a comunicação contínua com a sua empresa.

3 são os passos do marketing conversacional:
  • Engajamento dos leads com conversas,
  • Entendimento rápido da demanda,
  • Orientação rápida sobre as próximas etapas.

4. Busca por Voz

Os assistentes de voz já são realidade em vários países e aqui no Brasil, eles estão crescendo.  Siri, Cortana e Google ajudam nas pesquisas, no envio de mensagens, na leitura de textos, nas ligações e trazem grande vantagem ao marketing digital.

Dessa forma, a orientação para as empresas em 2020 é dar um gás na otimização dessas ferramentas de busca, isto é, melhorar o VSEO (voice search engine optimization) dos negócios. Uma dica para isso é ter em mente o “como a pessoa fala para buscar” e não “ como ela escreve”. As pesquisas feitas por voz têm uma estrutura semântica bastante diferente das buscas feitas pela digitação em computadores e smartphones. É importante usar perguntas, já que a maioria das pessoas se utiliza delas para pesquisar por voz!

Não se pode esquecer também de pensar na adaptação da sua estratégia de SEO para esse tipo de pesquisa. Se não houver esse ajuste, seu website pode perder tráfico na internet.

A melhor otimização com a maior qualidade, pode garantir a primeira página nos mecanismos de busca.

5. Vídeo Marketing

Os vídeos se tornaram bastante populares no meio digital, não só pelos milhares de vídeos exibidos na plataforma favorita para essa função, o You Tube, mas pelo crescimento do Instagram e do Facebook com a aplicação “IGTV” e “Storie”, respectivamente. E por isso, está cada vez mais importante para o Marketing Digital.

Várias são as possiblidades com os vídeos. As empresas já perceberam isso em 2019 e em 2020 já estão preparando suas estratégias com eles. Embedar um vídeo nos artigos de blog faz com que o conteúdo seja mais relevante para o Google e consequentemente, suba sua posição nas páginas de pesquisa.

Além de criar maior comunicação com seus clientes e agregar valor à marca, os vídeos geram tráfego nos sites, garantem bom retorno sobre o investimento e são uma ótima maneira de produzir conteúdo rico e de fácil consumo.

Já pensou em produzir um conteúdo viral da sua empresa? A possibilidade de isso acontecer é maior com os vídeos do que com conteúdo escrito!

Que tal esse investimento em 2020?

Para ter uma atuação excelente no mercado atual, é preciso estar atento às mudanças. Sua empresa deve saber como usar os novos recursos disponíveis para oferecer as melhores experiências para o consumidor e aumentar oportunidades de vendas.

Por isso, acompanhar as tendências de Marketing Digital é essencial para sua empresa, já que elas irão ditar o caminho que as estratégias devem seguir para chegar ao sucesso.

Se você se atentou para as novidades citadas nesse artigo e quer sair na frente da concorrência em 2020, fale com a Brinov Consultoria.

A equipe de consultores da Brinov oferece diferentes serviços para você crescer na Era Digital. Inbound Marketing, SEO, Google ADS, CRM, Inteligência de Mercado, Google Analytics e mais..

A Brinov está apta para te ajudar. Conheça nossos serviços.

Inbound Marketing e Vendas: Conheça os Desafios.

Inbound Marketing e Vendas: Conheça os Desafios.

Conheça os desafios que são encontrados na hora de integrar as equipes de Inbound Marketing e Vendas e saiba como otimizar essa relação.

Uma estratégia de Inbound Marketing satisfatória tem como principal objetivo, obrigatoriamente, possibilitar o aumento das oportunidades de vendas geradas para a empresa. Isso transforma os vendedores nos principais colaboradores da equipe de marketing!

No entanto, frequentemente há desafios no percurso para garantir que essas duas equipes fiquem alinhadas e trabalhem em conjunto.

Pensando nisso, destacamos alguns desafios que o time de vendas e o time de marketing enfrentam para produzir uma estratégia de Inbound Marketing realmente funcional, ou seja, que contribua para o crescimento da empresa.

Veja quais são os desafios:

Delimitar os papeis de cada equipe

Entender o papel de ambos os times na estratégia de Inbound Marketing é uma dúvida comum. Mais comum ainda, é a dúvida de como fazer com que cada equipe entenda o papel da outra!

De modo geral, o marketing produz estratégias que garantam possibilidades de negócios para o time de vendas. Isso é realizado por meio da produção de conteúdos relevantes, captação de leads e pela nutrição dos mesmos com os materiais ricos por email e redes sociais. Depois disso, os vendedores entram em cena e recebem a listagem dos leads preparados para o fechamento do negócio.

Um time de vendas e marketing bem alinhado é aquele que contribui para as ações das partes. A equipe de vendas tem o contato direto com o cliente, sendo assim, ela pode e deve contribuir para o entendimento do marketing sobre quem realmente é essa persona, ou seja, o cliente ideal.

É de extrema importância essa conexão, desde que as partes saibam seus limites e obrigações.

Saiba o que é Inbound Marketing e todos os benefícios para o seu negócio.

Gerar um SLA satisfatório para Vendas e Marketing

O SLA é a sigla para Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço). Ela é um acordo feito entre distintas áreas de uma empresa para garantir que juntas elas tenham resultados positivos e alinhados aos objetivos da instituição. O SLA mais comum é o firmado entre o inbound marketing e vendas, podendo haver outros também.

Nesse acordo vem determinado as metas de cada time envolvido. Pensando em um exemplo, temos: O time de marketing deve entregar mil leads/ mês e o time de vendas deve entrar em contato com um desses leads a cada duas horas/dia.

Assim, fica acordado as atividades e os resultados esperados de cada um, tornando mais fácil a divisão e organização dos papéis.

Comunicação entre Inbound marketing e vendas

Além do entendimento sobre as obrigações das partes, é necessário que eles mantenham um canal de comunicação ativo, ou seja, conversem entre si com frequência. A melhor maneira de otimizar os processos e entender o que está ou não funcionando, é por meio da comunicação dos times. Reuniões periódicas entre os gestores são boas para esclarecer pontos não alinhados como por exemplo, a passagem de leads, o que permite que falhas sejam consertadas e aconteçam melhorias mais efetivamente e com mais rapidez.

Veja também: Como o Big Data por ajudar o Marketing Digital?

Foco na qualificação dos leads

Leads qualificadas é a melhor coisa que a equipe de marketing pode repassar para a equipe do comercial. Mas o que é um lead qualificado? Em geral, é um lead gerado por meio de um caminho traçado pelo marketing, e não é o que tem maior taxa de conversão. Aqui entra novamente a importância da comunicação entre os times.  Determinar o que é um bom lead é uma maneira de otimizar o tempo de ambos os times.

O marketing traça estratégias e qualifica os canais de relacionamento para captar mais leads desse tipo, e os vendedores entram em contato com os melhores leads, o mais compatível. Alinhar Inbound Marketing e Vendas é uma tarefa constante. É essencial manter a comunicação e deixar evidente o papel de cada, sempre otimizando junto com o crescimento da instituição.

Por isso, ter uma empresa especializada em desenvolvimento e aplicação de estratégias de Inbound Marketing e integra-las com a equipe de vendas pode ser a melhor opção. Quando se pensa em conhecimento do mercado, comunicação com time comercial e o alcance de resultados, uma consultoria pode alinhar tudo isso e entregar os objetivos sonhados.

Quer entender o que a Brinov Consultoria pode fazer pelo seu negócio? Entre em contato conosco e garanta mais oportunidades de vendas.

Inbound Marketing: O que é?

Inbound Marketing: O que é?

Se ainda não entende o que é Inbound Marketing, esteja preparado, porque nesse ano de 2020 essa será uma das expressões mais usadas nas conversas sobre o marketing digital no Brasil.

Basicamente, o Inbound Marketing, diferente do Outbound Marketing, é uma estratégia formada por várias ações no meio digital com o objetivo de atrair visitantes para um site e convertê-los em Leads, ou seja, consumidores verdadeiros dos seus produtos e serviços. A ideia é trabalhar essas visitas por meio da geração de conteúdo online.

Entender o que é Inbound Marketing e como ele funciona é essencial para qualquer empreendedor digital e profissional de marketing. Isso porque ele se revelou uma poderosa ferramenta de marketing digital atual e garante ser uma das mais usadas tendências para o marketing digital daqui para frente.

Inbound Marketing: Porque usar?

No momento atual, o marketing convencional está dando lugar ao marketing de relacionamento, ou marketing de conteúdo, onde em vez de oferecer apenas produtos e serviços de forma direta, ela está criando relacionamentos e ampliando o valor da marca.

O novo marketing, trabalha para atrair clientes em potencial, apresentando conteúdos relevantes e que agregam valor para a rotina das pessoas de maneira menos invasiva que outras utilizadas no marketing tradicional feito na internet.

Com ele o potencial cliente chega até a empresa atraído pela mensagem que a mesma passa com seus conteúdos, ficando mais fácil apresentar soluções, transformá-los em clientes efetivos e até mesmo promotores da marca.

Saiba também sobre como a Tecnologia da Informação pode te ajudar nos negócios.

Inbound Marketing X Outbound Marketing: Veja as diferenças

Até agora, não explicamos o conceito de Outbound Marketing, mas para ficar mais fácil de entender, saiba que ele envolve aquelas práticas que já estamos acostumados a ver, como:

  • Anúncios de variados tipos,
  • Contato direto por telefone ou e-mail,
  • Stands de vendas em eventos,
  • Outdoor e cartazes,
  • Comerciais na televisão, etc.

O custo das ações de Outbound normalmente é mais alto e nem sempre é possível mensurar de forma precisa os resultados dessas ações.

Pense no outdoor. Ele fica exposto em determinado local da cidade, 24 horas por dia durante 14 dias (contratado por bi semana). Normalmente só consegue-se saber a classe do público do local, faixa etária e renda, mas quantas pessoas passam por lá? Não são somente os moradores daquele bairro que veem o outdoor. Por isso a mensuração é dificultada, diferente das ações de Inbound.

O Inbound, usa o conteúdo de atração no meio digital, por meio de canais como blog, redes sociais e e-mail. O custo acaba sendo muito menor e os resultados conseguem ser medidos de forma rápida e precisa pelas ferramentas da internet. Veja as principais diferenças:

Principais diferenças entre o Inbound Marketing e o Outbound Marketing.

Benefícios do Inbound Marketing

O Inbound Marketing apresenta uma série de benefícios que facilitam na hora de atrair o público e engajá-lo. Confira alguns:

Segmentação

Uma das vantagens do Inbound Marketing é a facilidade em na segmentação. Por ser formado composto por várias ações com objeto de despertar o interesse do público para determinado produtos ou serviços, o público resultante destas ações é sempre segmentado.

Em grande parte, a segmentação é feita pelo email marketing, que selecionada cada tipo de público para cada ação específica da marca. Isso facilita a inserção do público num funil de vendas e garante a marca, não só, uma redução no custo de captação de clientes, como também um melhor posicionamento no mercado.

Relacionamento com o Cliente

Por oferecer conteúdo relevante e que ajuda o público na rotina em vez de só tentar vender o produto, há a criação de uma relação de confiança entre as partes. O público se sente amparado e mais próximo da marca.

A partir disso, ele ficará mais propício a ouvir as recomendações e dicas da empresa para suas dores. Aceitando assim, suas soluções mais abertamente.

Além do mais, o Inbound Marketing se baseia na comunicação interativa e aberta, possibilitando entender a opinião do público e suas reações aos conteúdos enviados. O feedback é um grande aliado dessa estratégia de marketing.

Menor custo

Além de diminuir os custos de captação, o Inbound também é mais barato do que outras soluções sem perder a qualidade ou diminuir os resultados esperados. Ele é um investimento com mais eficácia.

Há menos desperdício de recursos financeiros e consequentemente, mais orçamento para aplicar nas táticas que funcionam de verdade.

Alta taxa de conversão

Outra grande vantagem do Inbound Marketing é a grande taxa de conversão. As ações tendem a gerar um ROI (Retorno do Investimento) bem maior que as campanhas digitais convencionais. Isso se deve pelas boas práticas e do uso correto das ferramentas.

Ao mesmo tempo que as mídias pagas têm ficado mais caras, assim como os preços dos links patrocinados no Google Ads e Facebook Ads, as práticas de Inbound Marketing custam 60% menos que as ações do outbound marketing.

Como funciona o Inbound Marketing?

O Inbound Marketing é composto por um processo de operação formado por 5 etapas. Cada uma delas é essencial para o correto funcionamento da estratégia e para o alcance do resultado positivo. São elas:

Atrair: Captar clientes para conseguir tráfego qualificado para os seus canais digitais. Por isso, a primeira etapa é fazer com que estranhos se tornem visitantes regulares pelos conteúdos relevantes.

Converter: Converter o máximo desses visitantes em leads, isto é, transformá-los em oportunidades reais de venda para o seu negócio.

Relacionar: Nutrição dos leads com conteúdos relevante, email marketing e automações, tudo isso avaliando quem está no estágio certo para fechar uma venda.

Analisar: Verificar as métricas de resultados e programar melhorias.

Encantar: a relação com o cliente não termina depois da compra, por isso, é preciso cativá-lo durante todas as etapas a fim de que ele promova a marca, capte mais clientes para o seu negócio e continue sendo cliente fixo.

Entenda Como o Big Data pode ajudar o Marketing Digital.

Ferramentas do Inbound Marketing.

Agora que você já entende um pouco mais do Inbound, conheça algumas das ferramentas que colocam está entre as melhores estratégias de marketing digital hoje em dia.

Como o Inbound marketing é baseado na criação de conteúdo relevante gratuito, ele é transmitido nos blogs associados ao site da empresa, nas mídias sociais como Facebook, Instagram, YouTube, Twitter e em emails marketing. Além disso são utilizadas ferramentas estratégicas de SEO – Search Engine Optimization, Landing Pages, automação de marketing, e de análise de métricas.

O principal mecanismo de análise de métricas é o Google, com o Google Analytics. Essa ferramenta é gratuita, completa e ideal tanto para quem está iniciando agora quanto para quem já é experiente em Marketing Digital.

O objetivo do Inbound Marketing não é apenas converter clientes imediatamente. Ele trabalha como estratégia para a captar de Leads para o seu negócio, chamando-os para o seu site, para sua lista de e-mails ou para a rede social, um grupo de pessoas realmente interessado no seu produto ou serviço. A estratégia demanda tempo e estudo aprofundado sobre a própria empresa, dos clientes, dos concorrentes e do mercado em si para garantir resultados satisfatórios para a empresa.

Agora que você já tem uma boa ideia sobre o que é Inbound Marketing, porque não começar a traçar a sua estratégia agora mesmo?

Nós da Brinov Consultoria, sabemos o quanto dar o primeiro passo é difícil, por isso, queremos te ajudar a começar!

Conheça nossas soluções e nossas estratégias. Oferecemos um Diagnóstico Gratuito de Desempenho na Web para você ficar por dentro da sua performance digital.

Big Data x Marketing Digital

Big Data x Marketing Digital

Já percebeu que muitos profissionais de marketing se assustam com a palavra ” análise” ? E se vier seguida de “dados”, aí que as coisas pioram! No entanto, isso não deveria ser assim, já que esses termos estão cada vez mais presentes na sociedade e nos negócios.

Vem entender tudo sobre esse assunto e aprender a utilizá-lo na sua empresa. Acompanhe.

O que é Big Data?

Explicando de uma forma básica, Big Data é o conjunto de informações presentes nos bancos de dados de servidores e empresas, que pode ser acessado e possui interligações entre si.

Ou seja, que está disponível na rede mundial de computadores e pode ser acessado remotamente.

Para ficar mais claro, o Youtube é um exemplo de BD, disponibilizando diversos vídeos presentes em um banco de dados disponível para usuários acessarem.

Outro exemplo é  Wikipédia, com textos disponíveis em bancos de dados para consultas online.

Porém, o Big Data não se resume apenas a bancos de dados e informações online.

Segundo a Lisa Arthur, contribuidora da revista Forbes, diversos CMO’s e CIO’s concordam que Big Data é todo e qualquer dado que pode ser coletado sobre uma empresa ou um assunto.

É uma coleção de informações de fontes tradicionais e digitais internos e externos à sua empresa, que representam uma fonte de descoberta e análise contínuas.

Apesar de os meios digitais reinarem quando o assunto é acúmulo de dados, as grandes empresas afirmam que não devem deixar de lado informações de compra e venda, registros financeiros e canais de interação não-digitais, como call centers e até telemarketing.

Tudo isso pode ser fonte de dados para ajudar a sua empresa a crescer.

A história do Big Data

Apesar de o termo Big Data ser relativamente novo, a premissa de reunir e armazenar informações é consideravelmente antiga.

Pense em bibliotecas, por exemplo!

Porém, o conceito ganhou uma abordagem nova no começo dos anos 2000, quando Doug Laney escreveu um artigo que hoje é a definição mais conhecida de Big Data.

Doug separou a ideia em 5 V’s que vamos ver logo abaixo.

A crescente dos dados disponíveis e os modelos just in time de negócio, tornaram indispensáveis uma forma de análise em tempo real de grandes quantidades de dados.

Que é a grande diferença entre aplicar a ideia de BD na sua empresa, e armazenar informações sem qualquer tipo de organização ou análise.

Os 5 V’s

Atualmente, podemos dividir o Big Data em 5 V’s que formam a base para a implementação do conceito em qualquer empresa.

São eles: VolumeVelocidadeVariedadeVariabilidade e Vínculo.

Vamos explicar em detalhes cada um deles abaixo.

Volume

Volume é o ponto de partida para entender o BD.

Os 2,5 quintilhões de dados criados diariamente causa um volume de informações impressionante das mais diversas fontes.

Acompanhamento de leads e clientes, redes sociais, interações em sites e blogs, histórico de compra, cliques e muito, muito mais.

O volume de informações influencia em dois pontos principais: armazenamento e análise.

Com a expansão diária de servidores, ficou muito mais fácil armazenar esses dados, principalmente com a compressão de arquivos e possibilidade de disponibilizá-lo na nuvem.

Já a análise se torna cada vez mais simples, principalmente com o uso de ferramentas próprias para o Big Data.

Velocidade

Dados são transferidos, armazenados e baixados em velocidades altíssimas!

E não estamos falando da velocidade da sua conexão com a internet, mas sim como esse conteúdo é trabalhado, atualizado e expandido rapidamente.

Cada vez mais fontes fornecem dados, o que torna necessário o gerenciamento dessas informações em tempo real, de forma ápida e segura.

Variedade

Dados aparecem com todas as formas, cores e tamanhos. Podem ser planilhas, dados estruturados, ou somente documentos de texto, vídeos e imagens.

É preciso entender as variedades existentes e como cada uma deve ser analisada e armazenada.

Variabilidade

A velocidade e variedade dos dados crescem constantemente, mas, adicionalmente, esses elementos mudam e não são necessariamente consistentes.

Imagine as mídias sociais, como elas vão gerar informações de forma regular?

Elas são totalmente dependentes das ações dos usuários e, mesmo parecendo, não ficamos 24 horas por dia conectados na web.

A ideia de variabilidade também pode ser aplicada a dados diários, sazonais e relativos a eventos específicos, o que gera um grande volume de informações e traz desafios no gerenciamento.

Vínculo

Com um volume tão grande de dados, é muito provável que você perca o controle de tudo na hora que realmente precisar.

Um dos principais motivos disso é a dificuldade de conectar e transformar informações através de diferentes plataformas.

Portanto, é preciso conectar e correlacionar os elementos, criar hierarquias e ligações múltiplas para os dados, ou seja, criar vínculos entre eles.

Por que Big Data foi criado?

O volume incrivelmente alto de informações gerados diariamente – e acumulado de outros anos – passou a ser visto como uma fonte de insights e não só um apanhado de dados.

Logo, foi preciso pensar em um modelo de análise que ajude as empresas a encontrar ideias valiosas no meio de tantos bytes.

O Big Data ajuda empresas a encontrarem oportunidades não só onde elas estão claras, mas em correlações e cruzamento de dados complexos, na decupagem de dados estruturados, não estruturados e multiestruturados.

Como interpretar dados

É muito provável que você já entendeu a importância dos dados para Big Data. Afinal, já falamos sobre eles diversas vezes.

Existe mais de um tipo de dado.

Basicamente, qualquer informação pode ser definida assim, mas existem diferentes formatos que podem facilitar, dificultar ou direcionar a análise feita pelas empresas.

Os dados são divididos em dois tipos: estruturados e não estruturados. Vamos conhecer um pouco mais sobre cada um deles?

Dados não estruturados

Com o passar dos anos, os bancos de dados passaram a interpretar com mais facilidade dados.

Isso aconteceu muito pelo fato de esses bancos armazenarem informações similares, como planilhas, cálculos, funções e números, o que facilita a forma como esse conteúdo é analisado.

Porém, novos formatos chegaram e eles não são tão facilmente interpretados como antes.

Eles são chamados de dados não estruturados, informações que não estão organizadas ou que não são facilmente entendidas pelos bancos de dados tradicionais e formatos conhecidos de dados.

Geralmente, esses elementos são, predominantemente, textos. Metadata de blogs, imagens, e tuítes são exemplos de dados não estruturados.

Dados estruturados (ou multiestruturados)

Em contrapartida, existem dados que são facilmente reconhecidos pelos bancos e facilitam a análise e processamento. Eles são chamados de dados estruturados (ou multiestruturados).

Eles são derivados das interações entre pessoas e máquinas, como aplicações na web e mídias sociais.

Um bom exemplo são dados resultantes do comportamento dos usuários na web – também conhecidos como logs.

É uma mistura de texto, imagens e dados estruturados como formulários ou informações transacionais.

O avanço digital transformou muitos desses dados, trazendo ainda mais formatos para os considerados estruturados.

Com a constante evolução das relações entre marcas, consumidores e plataformas, a tendência é que essas informações continuem evoluindo e se alterando.

Como é o mercado de trabalho para Big Data?

Parece que o medo de números é mais comum do que nós imaginamos.

Brincadeiras à parte, a inserção do Big Data nas empresas gerou a necessidade de profissionais especializados em inferências a partir de dados, principalmente na área de estatística.

Porém, o domínio apenas em estatística não é exatamente a preferências das empresas.

Uma das principais características do BD é a possibilidade de encontrar oportunidades de aumentar as vendas, logo, é preciso que o analista tenha conhecimento da área em que está atuando.

Muito provavelmente, esse é o motivo da existência de diversos MBA’s focados em Big Data, voltados não só para o lado técnico e teórico, mas também abordando temas relacionados à administração, marketing, logística e diversos outros segmentos.

Logo, se você deseja entrar no mercado – ou está a procura de profissionais qualificados – lembre-se que a pluralidade é um dos segredos para mandar bem em Big Data.

Big Data e Marketing: um caso de amor!

Não se engane, marketing (e vendas) podem se beneficiar do Big Data tanto quanto qualquer outro setor. Talvez até mais do que qualquer outro!

Isso acontece porque empresas que baseiam seu marketing em dados – também conhecido como data-drive marketing – dominam o mercado, sem sombra de dúvidas.

Os times de marketing mais eficientes são aqueles que colhem as informações recolhidas através das leads, do comportamento dos usuários e das experiências do time, e as transformam em ações que ajudam a alcançar resultados.

Separamos 5 aspectos do marketing que são favorecidos com o uso de Big Data. Confira!

Interpretação de dados

Empresas que tomam decisões a partir de dados são mais felizes.

É verdade!

Elas são mais felizes por que essas resoluções são baseadas em análises, dados e relatos que ajudam na sua eficiência.

Uma decisão tem mais chances de trazer os resultados esperados quando é baseada em dados que comprovam sua eficiência projetada.

Uma pesquisa da KPMG Capital mostrou que 99% dos entrevistados acreditam no Big Data como importante parte da tomada de decisão.

Porém, 85% deles alegam que têm dificuldade em interpretar os dados e apenas 25% aplicam os insights obtidos através da análise.

Logo, é preciso de um profissional capacitado para interpretar devidamente as informações e ajudar a empresa a tomar as decisões certas.

Para essa interpretação, as ferramentas são tão importantes quanto os profissionais.

Em sua maioria, são plataformas de organização e decupagem de dados, que facilitam a inferência deles em um futuro próximo.

Análises de mercado

A intuição e experiência dos profissionais direcionou empresas ao sucesso.

Mas nem sempre o caminho foi tão tranquilo assim. Muitos erros, testes e dinheiro foram gastos no processo.

Muito disso aconteceu porque não é possível adivinhar o que o seu público quer e o Big Data é uma mão na roda nessa hora.

As personas – perfis semificcionais – são indispensáveis para uma estratégia de marketing digital de qualidade, e para criar boas personas você precisa ter informações sólidas sobre o que elas gostam, onde estão presentes e qual conteúdo desejam consumir.

Nessa hora, encontrar padrões de comportamento entre os clientes da sua empresa e como eles atuam dentro do mercado seria bem interessante, não é mesmo?

Análises descritivas de eventos, correlações e ideias geradas a partir dos dados são as fontes de conhecimento que o Big Data fornece para a sua estratégia de marketing.

Experiência de compra

A tomada de decisão de compra pode ser um grande mistério.

O que leva uma pessoa a escolher a sua empresa?

Os motivos podem ser vários e se você está envolvido no mundo do trade marketing, venda direta ou marketing multinível, Big Data pode ser a sua melhor amiga — e talvez você nem saiba.

Analisar esses dados ajuda o seu negócio a encontrar os melhores meios de distribuição para os produtos, técnicas de PDV (ponto de venda) e fornecer a experiência de compra que o cliente espera.

Em mercados multinível, existe uma demanda grande por personalização por parte do cliente e você precisa de conhecimento estratégico para atender as necessidades da sua persona.

Mais fontes de dados para a sua empresa

No início do Big Data, as fontes de dados estavam limitadas a informações geradas por algumas empresas em alguns programas.

Claramente, nós vimos como o volume de referências aumentou exponencialmente ao longo dos anos. E isso não é nem um pouco negativo.

Claro, agora, é preciso ser um especialista para conseguir as estatísticas realmente relevantes a partir dos dados disponíveis, mas, ao mesmo tempo, a variedade desses elementos é cada vez maior.

Twitter, Facebook, Instagram e diversos aplicativos fornecem dados diariamente.

Um varejista pode utilizar dados meteorológicos para comprar os produtos certos na hora certa.

Um organizador de eventos pode escolher a melhor data para uma ação através da previsão do tempo, e assim por diante.

Todas as fontes de informação ajudam a sua empresa a tomar as melhores decisões, encontrar as melhores soluções para seus clientes e impulsionar as vendas.

Os logs da web foram expandidos e se tornaram o conteúdo das redes sociais, dados de ferramentas de BI (Business Intelligence), relatórios, indicadores macroeconômicos e muito mais.

Cada vez mais fontes fornece informações relevantes para empresas.

Automação de marketing

A nossa velha conhecida automação de marketing não é só indispensável para estratégias de marketing de conteúdo e inbound marketing de sucesso.

Elas são mais fontes de dados e também fazem análises interessantes para as empresas.

Se pensarmos bem, as plataformas de automação armazenam informações sobre o usuário, características de comportamento, e até métricas de rendimento de campanhas e ações.

Logo, é mais uma parte do Big Data altamente relevante para a sua empresa.

Além disso, são ferramentas com muitas integrações e que te ajudam a ter uma visão cada vez mais ampla do material que você tem disponível para análise.

Big Data Analytics

Com certeza você já percebeu que é preciso analisar para crescer. Aliás, foi esse fato que motivou tanto o crescimento do conceito de Big Data.

Logo, o lado analista não pode ser deixado de lado.

Big Data é o conjunto dos dados dentro dos bancos, já Big Data Analytics é colocar a mão na massa e encontrar os insights sobre tendências do mercado, comportamento dos consumidores e suas expectativas.

O que é o analytics faz é pegar todas as fontes de dados que nós já vimos anteriormente – a matéria-prima de tudo – e criar as correlações, inferências e vínculos entre as informações.

Assim, é possível encontrar as métricas relevantes para a sua empresa, usar números para tomar decisões e criar estratégias mais eficientes.

Identificando padrões

Padrões são bem importantes.

Os padrões da sua audiência te ajudam a montar a sua persona, usuários que se comportam de forma similar e se tornam clientes dão insights sobre as ações que você deve executar para conquistar mais clientes desse tipo.

O remarketing é um bom exemplo desses padrões e análises. Depois de se interessar por um livro, quantas ofertas semelhantes você já recebeu após isso?

Essa é uma das aplicações do conhecimento obtido através desse diagnóstico.

Concorrência

Conhecer e entender o que a sua concorrência está fazendo é bem importante para o sucesso do seu negócio.

Não necessariamente você vai atacar todos os seus competidores, mas a verdadeira vantagem está em aprender com os erros deles.

A análise de dados é uma excelente ferramenta para encontrar os melhores caminhos à serem percorridos, tomando como base as ações dos seus concorrentes que não apresentaram os resultados esperados.

Grande parte desses insights vem do comportamento do seu público e te ajuda a criar promoções específicas para o seu mercado.

Não se engane, marketing e vendas podem se beneficiar do Big Data tanto quanto qualquer outro setor. Talvez até mais do que qualquer outro!

Isso acontece porque empresas que baseiam seu marketing em dados – também conhecido como data-drive marketing – dominam o mercado, sem sombra de dúvidas.

O analyticsestá cada vez mais presente no dia a dia de diversos segmentos e um dos principais motivos para isso é o crescimento constante do Big Data.

Você sabia que 2,5 quintilhões de dados criados diariamente causa um volume de informações impressionante das mais diversas fontes chamado de Big Data?

Big data analytics no marketing e vendas

Métricas são importantes para ambos os times.

O marketing precisa entender quais ações estão gerando mais resultados — gerando mais leads, quais tem o melhor ROI quais atraem mais tráfego — e o time de vendas precisa encontrar as ações e processos que convertem mais leads em clientes.

A análise já faz parte do dia a dia da maioria desses times e se não faz parte dos times da sua empresa, é hora de começar!

Big Data ajuda as empresas a entender padrões de comportamento e de respostas às ações realizadas.

Muitas empresas usam essa análise para reduzir o seu Custo de Aquisição por Cliente (CAC), customer lifetime value (CLTV), otimizar preços, descontos e muito, muito mais.

O segredo das empresas de sucesso é tornar o Big Data Analytics uma parte ativa do cotidiano  dos times.

O Walmart critou o Walmart Labs, que ajuda a empresa a criar ferramentas de relacionamento com o público através dos dados colhidos sobre os clientes.

O MIT utilizou o MIT Media Lab para mapear quantas pessoas se encontravam no maior centro de compras dos EUA em um determinado momento, durante a Black Friday.

A Nike utiliza o seu app de corrida para incentivar seus usuários a praticarem esportes e compartilharem nas redes sociais, e ainda recolhe diversas informações relevantes para o negócio.

Bem interessante, não é?

Conclusão

A ideia de Big Data procura transformar tudo o que as empresas coletam no dia a dia de seus clientes — em forma de dados e informações — em oportunidades valiosas para o negócio.

Afinal, com tanto conteúdo disponível — tanto dos seus próprios clientes quanto de visitantes e desconhecidos — não aproveitar essa chance de melhorar a sua empresa realmente não é a melhor opção.

Agora que você já sabe o que é Big Data, o que acha de conhecer mais sobre o assunto? A Brinov Consultoria está apta para ajudar a sua empresa a entender como as soluções de Big Data pode gerar resultados financeiros.

Como o Big Data pode ajudar o Marketing Digital?

Como o Big Data pode ajudar o Marketing Digital?

O que é Big Data e como ele pode auxiliar nas ações de Marketing Digital das empresas? Confira essa e outras dúvidas nesse artigo da Brinov Consultoria.

Nos dias de atuais, saber o que é Big Data é um passo fundamental para conseguir entender sobre os rumos do marketing digital. Isso porque o conceito está cada vez mais inserido na rotina dos profissionais dessa área e nas empresas das mais diferentes áreas.

E não é à toa: Captar e entender os dados dos usuários é um diferencial essencial para as organizações que almejam mais competitividade no mercado.

Para facilitar, preparamos este artigo explicando que é Big Data e como ele se relaciona com o marketing digital. Veja!

Mas, afinal, o que é Big Data?

De modo geral, podemos definir o Big Data como uma imensa quantidade de dados disponíveis nos mais diversos ambientes que podem afetar diariamente os negócios.

O objetivo é captar esses dados, que na maioria dos casos, estão dispersos ou podendo estar estruturados em planilhas, e transformá-los em informações relevantes.

Com essas informações, os gestores podem ter insights que baseiam as ações e o planejamento estratégico dos seus negócios.

E como o Big Data auxilia o Marketing Digital?

Não são apenas as grandes corporações, que podem se aproveitar do potencial trazido pelo Big Data. Qualquer empresa, independentemente do tamanho, pode e deve se beneficiar com isso, principalmente aliando ao Marketing Digital.

Essa parceria entre Big Data e Marketing Digital se iniciou naturalmente. Isso porque o ambiente virtual é favorável à captação de informações dos clientes. Cada visita, clique, curtida e rolagem de tela geram uma centena de dados sobre o comportamento do usuário que realiza a ação.

Dessa forma, é possível captar os dados e usá-los, pelo Big Data, e ver os resultados das ações propostas, por meio do Marketing Digital. Essa é uma oferece às empresas uma série de vantagens. Entenda alguma delas:

Mensagens personalizadas

Com a análise do perfil do seu cliente e seus hábitos de comportamento, é possível enviar mensagens personalizadas ou até mesmo, individualizadas.

O Big Data pode auxiliar na criação de mensagens específicas para canal da empresa, sejam redes sociais, emails marketing, newsletter, SMS e qualquer outro meio.

E mais, ele cria a possibilidade de enviar essas mensagens em momentos específicos do lead, respeitando o funil de vendas até o momento da oportunidade de negócio ou compra. Isso ocorre porque com a utilização do Big Data a segmentação é realizada com os dados específicos do usuário e não com as informações de uma amostragem externa. O resultado é um índice maior da conversão dos prospects e da fidelização da carteira dos clientes atuais, tendo em vista que as mensagens personalizadas criaram um vínculo desse público com a sua organização e eles se identificarão mais com ela.

Identificar comportamentos

Se o Big Data permite definir as estratégias de ações a serem implementadas e a verifica os resultados, ele também possibilita a identificação dos comportamentos futuros do seu público-alvo. Isto é, você poderá identificar os caminhos que o seu mercado está tomando e planejar as diversas ações da sua empresa para se adequar a esse movimento.

Os dados captados pelo Big Data ajudam, por exemplo, na identificação dos produtos aos quais o cliente está mais propenso a comprar no momento, quais são as suas marcas preferidas, qual o momento ideal para fazer promoções, entre muitas outras possibilidades.

A ideia é fazer a sua empresa estar preparada para os eventos que acontecerão no futuro, como as sazonalidades nas vendas e a retenção dos clientes.

Vale lembrar que o Big data pode auxiliar em praticamente todas as áreas da empresa, como a administrativa, a financeira e a gestão de pessoas

Testar campanhas

Todo profissional de marketing, passa pela chata situação de planejar uma campanha, definir as metas e, na análise dos resultados, verificar que ela não foi tão bem.

O Big Data também ajuda nessa situação, já que é possível usá-lo para fazer testes virtuais nas campanhas antes de divulga-las.

Mas como?

Os sistemas pegam os dados do público em tempo real e simulam qual seria a reação das pessoas a dada campanha. Com isso, os riscos de os resultados não serem como os esperados diminuem, já que alguns ajustes são realizados antes do lançamento.

Tudo fica mais barato e seguro, não é?

Agora que você já entendeu as vantagens de aliar o Big Data ao Marketing Digital, é hora de por a mão na massa e aplicar todas essas funcionalidades.

Quer implementar o Big Data nas ações estratégicas da sua empresa, mas não sabe como ? Fale com o time de consultores da Brinov Consultoria.

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